Já o número de ataques, contando assaltos, arrombamentos, explosões e tentativas frustradas, já chega a 77. A maioria dos casos acontece no interior, onde a segurança é ainda menor. Do total, 61 ocorreram em municípios da Bahia.
Para o presidente do Sindicato da Bahia, Euclides Fagundes, os números apenas refletem a falta de compromisso das organizações financeiras e governos. “A segurança continua sendo uma das principais questões para o Sindicato. As vítimas constantemente são os próprios bancários. O número de criminosos tem crescido e nós continuamos reivindicando ações mais enérgicas”, assegura.
Bradesco
No Bradesco, segundo maior banco em número de ataques, os arrombamentos continuam. Na madrugada de domingo (19/05), quatro caixas do banco, localizadas na agência do Relógio de São Pedro, foram arrombadas. É muito descaso com a população baiana.
No Bradesco, segundo maior banco em número de ataques, os arrombamentos continuam. Na madrugada de domingo (19/05), quatro caixas do banco, localizadas na agência do Relógio de São Pedro, foram arrombadas. É muito descaso com a população baiana.
Fonte: O Bancário
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