A
Vigilância Sanitária (Visa) da Secretaria de Saúde de Itabuna desenvolve o
programa de fiscalização e acompanhamento da qualidade da água fornecida aos
consumidores pela Emasa, através do programa Viságua executado de acordo as
normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA. Periodicamente,
fiscais sanitários fazem a coleta de amostras de água em pontos estratégicos da
cidade que são enviadas ao Laboratório Central do Estado – Lacen que emite
laudos para se saber a potabilidade da água fornecida à população.
O coordenador da Vigilância Sanitária, o técnico em Saúde
Pública Antonio Carlos Carvalho, explica que qualquer problema existente na
rede de distribuição de água tratada da Emasa, a exemplo de contaminação, pode
ser denunciado à Vigilância Sanitária que adotará as providências necessárias
junto à empresa municipal de águas e saneamento e orientação aos consumidores,
principalmente para desinfecção da rede pela empresa e limpeza de tanques e
reservatórios.
Carvalho afirma que a água fornecida pela Emasa é de boa
qualidade até a porta da residência dos consumidores, já que daí em diante é do
consumidor a responsabilidade de cuidar com a lavagem periódica, desinfecção e
manutenção da cobertura de caixas d’água e reservatórios para que a qualidade
da água seja mantida. O coordenador da Visa informa que, em caso de problemas
de rede de abastecimento, é feito o acompanhamento pelos fiscais sanitários da
Vigilância, já que é de sua responsabilidade a promoção e a proteção da saúde
da população.
Segundo Antonio Carlos Carvalho, a comunidade deve fazer
corretamente as reclamações e denúncias sobre problemas com o fornecimento de
água para que não haja prejuízos à fiscalização da Vigilância Sanitária. “Na
semana passada, por exemplo, fizemos a verificação in loco duas denúncias sobre rompimento de
rede da Emasa em bairros periféricos mas nada detectamos. Não se pode comprovar
o nome da pessoa, o número da casa e nem rompimento da rede. Esse tipo de
denúncia vazia ou trotes causam perdas ao trabalho de fiscalização da
Vigilância Sanitária”, conclui.
Fonte: ASCOM/Prefeitura

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