Segundo contaram, a agressão aconteceu quando tentaram ir ao banheiro e o segurança negou o acesso. O protesto chama atenção para os casos de violência direcionados para mulheres e, especialmente, para casais homoafetivos.
Núcleo Negra Zeferina, Marcha das Vadias, Lésbicas Jovens Feministas, Fórum Baiano LGBT e o Sindicato dos Bancários da Bahia foram alguns dos representantes de movimentos sociais e sindicais presentes. A manifestação foi até o Campo Grande e terminou em frente ao TCA.
A coordenadora da Marcha das Vadias em Salvador, Sandra Muñoz, ressalta a importância das mobilizações. “Essas ações são importantes para obtermos resultados. Conseguimos, com muita luta, a criação da Secretaria de Políticas para as Mulheres e queremos que a Secretaria faça, de fato, políticas públicas contra a violência da mulher”.
Já a ativista do Teatro do Oprimido, Isabel Freitas, de 32 anos, é militante desde os 18 anos e chama atenção para a frequência da violência à mulher e para a importância em dar visibilidade aos casos. “Parece que virou moda bater nas mulheres, mas com a mobilização mostramos para sociedade e para os órgãos públicos que estamos firmes e não vamos admitir a violência”.
O bancário do Banco do Brasil, Eduardo Pinheiro, 54 anos, soube pelo jornal da manifestação e compareceu ao local. Para ele, é preciso “mobilizar as pessoas e conscientizar as cabeças fechadas [homofóbicos] que não podem agredir as pessoas só porque acham que isso deve ser feito”. A Diretora de Gênero do Sindicato dos Bancários da Bahia, Alda Valéria, também participou da manifestação.
Fonte: O Bancário
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