sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Jornal do Vaticano critica desigualdade social na Argentina


MinutoUno
Durante o último ano o poder de compra da população caiu, enquanto a inflação disparou na ArgentinaDurante o último ano o poder de compra da população caiu, enquanto a inflação disparou na Argentina
Recentemente o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos da Argentina (Indec) apresentou um estudo onde mostra que no último ano a desigualdade social aumentou no país.

Com base nestes dados o jornal trouxe a seguinte afirmação: “Os 10% da população mais rica recebeu, em média, no terceiro trimestre do ano passado, lucros 25,6 vezes maior que os 10% mais pobre. Três meses antes esta diferença era 23 vezes maior”.

No final de setembro [de 2016] o presidente Macri admitiu que 32% da população era pobre, mas o PIB durante seu primeiro ano de mandato diminuiu 3,8% no terceiro trimestre e a atividade industrial caiu 4,1%, enquanto a inflação é de 40%, denunciou o periódico.

Segundo o estudo do Indec, os argentinos mais pobres vivem com 1.370 pesos por mês, enquanto os mais ricos gastam cerca de 34.998 pesos.

O estudo também mostra que metade dos argentinos ganha menos de 8 mil pesos por mês (cerca de R$1600). Segundo estudos internacionais, este valor é suficiente para custear a cesta básica de alimentos, mas não para garantir todos os serviços básicos.
 

Do Portal Vermelho, com agências

Projeto de Vanessa quer evitar abusos nos contratos de intercâmbio


Agência Senado
Segundo a senadora, a falta de detalhes sobre as condições de trabalho, estudo e moradia, engana muitos jovens.Segundo a senadora, a falta de detalhes sobre as condições de trabalho, estudo e moradia, engana muitos jovens.
O projeto regulamenta contratos de intercâmbios de estudo e trabalho, além das punições para quem descumprir a medida. Os documentos devem informar também a localização da moradia, detalhes do lugar, custo do aluguel e quantas pessoas habitarão no local.

O projeto já passou pelas comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Educação, Cultura e Esporte (CE). Ele chega à CMA para decisão terminativa — ou seja, caso seja aprovado lá, não precisará ir ao Plenário.

Prática perversa

Na justificativa, Vanessa Grazziotin afirmou que a falta de detalhes sobre as condições de trabalho, estudo e moradia, engana muitos jovens que buscam a experiência de estudar ou trabalhar no exterior.

"Antes de ser uma exceção, essa prática perversa se dissemina cada vez mais e ninguém está imune a ela. Esses abusos decorrem, principalmente, da carência de regulação dos contratos firmados pelas agências, organizações e institutos que exploram essa atividade", disse a senadora.

Segundo levantamento realizado em dezembro de 2016 pela Brazilian Educational & Language Travel Association (Belta) — associação de empresas de cursos, estágios e intercâmbio no exterior —, mais de 220 mil estudantes saíram do Brasil para fazer intercâmbio, em 2015.

A pesquisa mostrou que jovens entre 18 e 30 anos são os que mais viajaram para fora do país. A maioria para fazer cursos de idiomas e trabalhar. Os países mais escolhidos pelos brasileiros foram Canadá, Estados Unidos, Austrália, Irlanda e Reino Unido. 
 

De Brasília, com Agência Senado via Vermelho

Meirelles inicia o maior ataque ao funcionalismo público


Governo Temer terá Henrique Meirelles como ministro da Fazenda
A blitz continua na semana que vem, quando deve ser aprovado o acordo da União com o estado do Rio de Janeiro. Esse compromisso incluirá a redução da jornada de trabalho e dos salários dos funcionários públicos do Rio. Também está previsto o aumento da contribuição previdenciária dos funcionários públicos, que hoje é de 11%.

Como o estado do Rio "está quebrado", enfiaram também no acordo a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), que pode chegar a render R$ 5 bilhões. O responsável pela venda será o BNDES. Que mais está na mesa de negociação? Um plano de demissão voluntária e o corte de funcionários terceirizados.


Mas custa caro demitir. Para isso, entrou em jogo o Banco do Brasil, para quem o Rio deve R$ 10,8 bilhões. Fechado o grande acordo, o Banco do Brasil poderia fazer um novo empréstimo para o Estado, justamente para financiar os programas de demissão voluntária e para bancar o alongamento de dívidas do Rio. Em troca de tudo isso, o estado do Rio ficará de três a cinco anos sem pagar os juros da dívida com a União e outras instituições federais.

Mas pode diminuir salário de funcionário público? A lei permite isso? "Vamos submeter o acerto ao STF para ter segurança jurídica e evitar contestações adiante?, disse Meirelles ao jornal Valor Econômico. Se ele falou que vai submeter ao STF, é que ele já sabe que vai passar... o acordão está feito. Mais um.

Tem um probleminha. O próprio STF julgou institucional em 2007 o artigo 23 da Lei de Responsabilidade Fiscal, que possibilita a redução temporária da jornada de trabalho e dos vencimentos de funcionários públicos. Mas talvez não seja problemão. Basta o Supremo jogar no lixo sua decisão de 2007. Absurdos desse tipo têm acontecido, como vimos quando Renan peitou o STF. E isso pode muito bem acontecer agora. O Supremo, e a ministra Carmem Lúcia, dão sinais escancarados de que estão afinadíssimos com o governo Temer.

Agora um detalhe muito importante para você, que não é carioca. Na verdade, o que está em jogo não é o Rio de Janeiro. É muito maior que isso.

Em setembro de 2016, 20 estados brasileiros assinaram uma carta pedindo ajuda financeira à União, alegando colapso. De lá para cá, a situação só piorou. E vai continuar piorando. A política econômica de Temer é a continuação da política econômica de Dilma. Deu errado em todos os países em que foi tentada. Não tem porque dar certo aqui. Mas a crise é útil para o governo. Serve de desculpa para se fazer o que jamais um governo teria força para fazer em condições normais (e muito menos um governo com níveis pífios de aprovação popular).

A crise é a justificativa que o governo precisa para aprovar um ataque sem precedentes ao funcionalismo público do Brasil. Se o Supremo Tribunal Federal decidir pela legalidade da redução de jornada e salários, ao Rio vão se seguir acordos similares em boa parte dos estados, a começar por Minas Gerais e Rio Grande do Sul. E se pode fazer isso com funcionário estadual, porque não poderia se fazer o mesmo com o funcionário da união, ou o funcionário municipal?

Isso tudo tem grande chance de acontecer. Como foi aprovada a PEC do teto de gastos. Como quase foi aprovado o pacote bilionário de ajuda às teles, mais conhecido como "Operação Oi". É como o governo pretende aprovar a "reforma" da Previdência e um pacotaço de privatizações a toque de caixa. Porque há uma conspiração de silêncio acobertando as consequências disso tudo. Só vemos discussões pseudo-técnicas, sempre usando a premissa de que o Brasil não tem dinheiro. Quando sabemos que os brasileiros mais ricos seguem sem pagar impostos, que empresas gigantes seguem pegando dinheiro público com juros de pai para filho, e sonegando na cara dura...

É uma boa oportunidade para discutir que serviços nós queremos do Estado, quanto estamos dispostos a pagar por eles, e de onde deve vir o dinheiro para isso.

No Brasil, "funcionário público" virou sinônimo de vagabundo. E todos nós já ouvimos um milhão de vezes que o Estado brasileiro é gigantesco, inchado e ineficiente.

Vamos aos números: de cada cem trabalhadores brasileiros, doze são funcionários públicos. É a média dos países da América Latina. Onde o atendimento à população também deixa muito a desejar. Nos países desenvolvidos, a média é de 21 funcionários públicos para cada cem trabalhadores. E nos países mais desenvolvidos do planeta, como Dinamarca e Noruega, mais de um terço da população economicamente ativa trabalha para o governo. Não dá pra gente chegar lá do dia para a noite, mas é uma questão-chave: em que tipo de país queremos viver, na Bolívia ou na Suécia?

O funcionalismo público no Brasil tem distorções absurdas, perfeito reflexo da má distribuição de renda no país como um todo. Temos de fato marajás no funcionalismo e isso tem que acabar. Mas é uma minoria minúscula. A maioria dos servidores tem salário baixo. E baixa escolaridade, pouco treinamento, pouca perspectiva. A distribuição física também é um problemão. Temos uma concentração exagerada de funcionários em algumas grandes cidades, e principalmente nos bairros mais abonados dessas cidades. E pouquíssimo funcionário público nas periferias.
Sem se fingir de Suécia, dá pra começar fazendo o arroz com feijão. Fazer um choque de gestão no funcionalismo público, acompanhado de um plano de cargos e carreiras que faça sentido. Distribuir essa gente direito pelas nossas cidades. Tolher ao máximo a terceirização, que dá enorme margem à corrupção. Estimular profissionais de primeira a ir para o setor público e lá ficar. Enfim, basta copiar o que fazem países civilizados, ou que querem se civilizar. Não precisamos nem devemos reinventar a roda.

Também é uma ótima oportunidade de se criar um foco organizado de resistência à danosa política econômica de Temer e Meirelles. A PEC do Teto é exterminadora do futuro, mas não afeta o presente do brasileiro. O presente às teles, que foi suspenso temporariamente por pressão da sociedade (e promete voltar à pauta do governo em fevereiro), não motiva a população a protestar. Outras lambanças parecidas têm passado mais ou menos batido, e há que desculpar o brasileiro, que está bem ocupado em vender o almoço para pagar a janta.

Já um ataque frontal ao direito estabelecido do funcionário público é outra história. É explicitamente arrocho e explicitamente ilegal. Começa pelo Rio, mas tem potencial para atingir doze de cada cem trabalhadores brasileiros. A resistência também está começando pelo Rio. O Movimento Unificado dos Servidores Estaduais, que reúne 42 entidades, entre sindicatos e associações, já avisa que levará a questão ao plenário do STF, mesmo que o acordo seja fechado entre a União e o governo do Rio, e chancelado por Carmem Lúcia.

Esse ataque ao funcionalismo é mais um ataque à população brasileira mais pobre. Quem pagará por essa "economia" serão não só os funcionários públicos e suas famílias, mas os brasileiros mais necessitados, velhos, crianças, doentes. Enquanto isso, a elite segue faturando com os juros mais altos do mundo. E o Judiciário vai se tornando uma elite intocável, com salários enormes que não seguem teto nenhum, recessos generosos e benefícios milionários. Não podemos permitir mais essa barbaridade. O Estado brasileiro precisa ser reinventado, não destruído.



Fonte: R7 via Vermelho

China liderará recuperação e desenvolvimento econômico mundial em 2017

  

Os especialistas preveem que a economia chinesa mantenha um ritmo de crescimento contínuo e sólido, continuando a servir de locomotiva na impulsão da economia global.

O relatório aponta que os mercados emergentes e os países em desenvolvimento registrarão uma média de crescimento na ordem dos 4.2%, contribuindo em 1,6 pontos percentuais para o crescimento da economia global.

“O crescimento econômico mundial de 2017 dependerá essencialmente dos novos mercados”, afirma o vice-diretor do Instituto de Investigação para o Desenvolvimento Nacional da Universidade de Pequim, Yu Miaojie, ao pronunciar-se à imprensa sobre o relatório.

O vice-diretor refere que os motores da economia global se dividem em dois polos: as economias dos países desenvolvidos e as homólogas dos países emergentes.

O polo das economias desenvolvidas contemplam os EUA, Europa, Japão, etc. Por seu turno, as economias em ascensão incluem a China, Rússia, Brasil, Índia, África do Sul, etc.

“A economia global está ainda repleta de incertezas. Um novo episódio ‘cisne negro’ pode ainda ocorrer”, afiançou Yu Miaojie, aludindo à margem de incerteza que ronda no futuro da Alemanha e França, devido às próximas eleições nestes países e à influência que estes acontecimentos podem ter no grande plano.

A economia europeia deverá manter a sua relativa estagnação este ano, e a economia americana indicia uma alteração da sua política econômica no sentido “contra-globalização”, que certamente irá ter implicações negativas no fluxo de livre comércio mundial.

Por outro lado, encabeçados pela China, os países em desenvolvimento, deverão protagonizar um novo ano marcado pela estabilidade e crescimento.

No que diz respeito à suprarreferida mudança da política comercial que deverá ocorrer nos EUA com a chegada de Donald Trump à Casa Branca, Yu refere que as barreiras comerciais a serem implementadas “irão levar ao isolamento nacional” da economia norte-americana.

A economia europeia, que está há muito tempo registrando uma sequência de anos economicamente menos produtivos, deverá ressentir-se da ocorrência de episódios como o Brexit e a onda de refugiados que rumaram à Alemanha. A economia japonesa, embora apresente sinais mais animadores, tem um crescimento previsto na ordem dos 0.6%. Como tal, não terá influência significativa no plano global.

Contrastando com este cenário, a economia chinesa irá manter a sua reforma em relação a oferta, ao mesmo tempo que dará seguimento ao estímulo do consumo interno e do número de importações para o novo ano.

Concomitantemente, mais empresas chinesas deverão aderir à competição internacional, expandindo a sua atividade e investimento além-fronteiras.

Tanto as importações como o investimento externo chineses serão fatores de peso na criação de mais empregos no plano internacional.

Iniciativas nas quais a China participa ativamente, tais como Um Cinturão, Uma Rota; Parceria Econômica Compreensiva Regional e Cooperação Sul-Sul, são cada vez mais seguidas de perto pela comunidade internacional e deverão continuar relevantes no ano de 2017.
 


Fonte: Vermelho

Redução da Selic não sinaliza saída da recessão

“Uma redução que pouco influenciará na conjuntura e que não mudará o cenário de crise que o Brasil vive hoje”, avaliou o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo, ao comentar a redução da taxa de juros Selic anunciada na quarta-feira (11/1) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).
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De acordo com a nota, o Copom reduziu a taxa de juros de 13,75% para 13%. Mesmo com o corte, o país segue líder mundial de juros.
Segundo ele, a redução “é insuficiente para destravar a economia. Se o BC diz que a inflação era o principal motivo para a alta dos juros é de se estranhar que os juros não caiam na mesma proporção da inflação”. E completou: “Mesmo com a inflação em queda, os juros reais ainda são os mais altos do mundo. Não haverá alívio".
 Dados de taxa de juros nominal em relação à expectativa de inflação, coletados no IPEAdata, para o período de 2010 a 2016, comprovam uma relação desapartada entre os juros e a inflação.
“Para enfrentar a crise fiscal é preciso reduzir substancialmente a taxa de juros, reestruturar a dívida pública, combater a sonegação e realizar uma reforma tributária progressista que desonere o trabalho e tribute mais o capital financeiro, aumente o imposto sobre as heranças e os lucros (sobretudo os obtidos com a especulação financeira), e taxe as remessas de lucros e dividendos ao exterior”, afirma o dirigente.
Araújo lembra que a crise, aqui como em todo o mundo, é uma produção do capitalismo e dos capitalistas. "Lutaremos para que seja paga pelos ricos", diz. O Brasil precisa crescer, mas a atual política monetária, em aliança com as políticas fiscal e cambial, tem sido o grande obstáculo à realização deste objetivo nacional.
Impactos de um círculo vicioso
É bom registrar que a política de juros altos desestimula o investimento e é um dos principais fatores para o processo de desindustrialização que ocorre no Brasil. Ou seja, reduz o aumento da capacidade produtiva. Ao final, a economia não cresce e cria-se um círculo vicioso: a baixa oferta provoca mais inflação, que faz os juros subirem mais, e inibe novos investimentos, o que, ao final, leva a taxas de investimento mais baixas.
E mais, os juros altos também desestimulam o consumo. E sem ter consumidores, os empresários decidem reduzir sua produção, e diminuem as contratações. Mais gente sem emprego significa menos consumo, e o círculo vicioso se perpetuaria.
Araújo lembra que o Brasil segue ocupando o primeiro lugar no ranking dos países que possuem as maiores taxas de juros real, descontada a inflação.  "Os investimentos somente voltarão se houver consumo e redução do desemprego".
Fonte: Portal CTB via Feebbase

Protesto no aniversário da Caixa na Bahia e Sergipe

Com protestos e manifestações nas agências, assim os bancários da Bahia e Sergipe comemoraram os 156 anos de fundação da Caixa Econômica Federal, completados nesta quinta-feira, 12 de janeiro.  Os atos aconteceram em Aracaju, Feira de Santana, Ilhéus, Juazeiro, Vitória da Conquista e Itabuna.
Em Salvador, o dia de luta foi antecipado para quarta-feira (11), por causa da coincidência com a Festa do Bonfim nesta quinta.
A mobilização é nacional e tem objetivo de chamar à atenção para a tentativa de desmonte da Caixa e os riscos de que a empresa deixe de ser 100% pública, o que seria um desastre para o país.
Os bancários protestam também por melhores condições de trabalho, pelo fim do descomissionamento arbitrário e por mais contratações.  Os empregados estão assustados com os rumores de a empresa vai lançar  um plano de incentivo à aposentadoria e de demissão voluntária, o que agravaria ainda mais a sobrecarga de trabalho e o adoecimento de quem fica.
Confira algumas fotos dos protestos na base da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe:
Sergipe
dia de luta caixa sergipe cd6e9
Feira de Santana
dia de luta caixa feira 53bb6
Ilhéus
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Vitória da Conqusita
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Juazeiro
dia de luta cx juazeiro c31c1
Salvador
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Fonte: Feebbase

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Bancários farão dia de luta contra enfraquecimento da Caixa nesta quinta-feira (12)

Muda a ano e as tentativas de desmonte dos bancos públicos continuam. A bola da vez é a Caixa, que deve anunciar nos próximos dias um Plano de demissão voluntária (PDV) para cortar 10 mil postos de trabalho. Para alertar à população sobre o problema, os empregados da Caixa farão um dia de luta no próximo dia 12 de janeiro, data do aniversário do banco.
Segundo alguns veículos da grande mídia, o PDV tem o objetivo de economizar até R$ 1,5 bilhão por ano, a partir de 2018. A medida une-se ao risco de outras ações que também já foram veiculadas pela imprensa, como a retirada do fundo de garantia do banco e o fechamento de agências. O banco tem atualmente 4,2 mil agências e pontos de atendimento em todo o país.
“Caso as informações se confirmem, o caos nas agências do banco só vai piorar, pois, se hoje os empregados já sofrem com a sobrecarga de trabalho, imagine com o corte de 10% do quadro de funcionários? ”, lamentou o presidente da Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Emanoel Souza.
Souza, que é funcionário da Caixa, convoca todo o funcionalismo a se engajar na luta contra o desmonte da empresa, que tem uma grande papel no atendimento ao trabalhadores e à população mais pobre, através dos programas sociais.
O dia de luta também será pelo fim dos descomissionamentos arbitrários, do caixa minuto e em defesa da Caixa 100% pública.
Fonte: Feeb via Portal CTB