sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Parlamentares do PCdoB sugerem frente em defesa da Petrobras

A Frente Parlamentar tem o papel de se contrapor aos “ataques oportunistas à Estatal e ao patrimônio do povo brasileiro,"
CTB
A Frente Parlamentar tem o papel de se contrapor aos “ataques oportunistas
à Estatal e ao patrimônio do povo brasileiro,"

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) sugeriu a criação da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobras e a apuração de todas as irregularidades que ocorrem na empresa, além da punição dos responsáveis pelos desvios. Na Câmara, o deputado Davidson Magalhães (PCdoB-BA), apresentou uma proposta semelhante. 


Para Vanessa Grazziotin, é inadmissível "criminalizar a companhia", que hoje é a maior produtora de petróleo do mundo entre as empresas de capital aberto. Ela declarou não se pode confundir a companhia com a corrupção praticada por alguns.


Segundo ela, essa tentativa de reduzir a importância da empresa fica evidente quando, por exemplo, se questiona até mesmo o direito de a Petrobras se comunicar com a sociedade e divulgar seu trabalho, por meio da publicidade, nas redes de televisão.

“Eu creio que em torno desse momento de crise que vive a Petrobras, muitos dos que falam dela, não (estão) com o interesse de tirá-la da crise, não com o interesse de acabar com a corrupção, não com o interesse de punir os culpados, não! Mas com um único interesse, o de enfraquecer a Petrobras, para ir dizer assim: 'Está vendo? A Petrobras não foi capaz de liderar o sistema de partilha”, afirmou.

Ataques oportunistas

O deputado Davidson Magalhães faz avaliação semelhante. Segundo ele, o DEM e PSDB têm exercido pressão para vender ou conceder a estatal, “desconsiderando a força que a Petrobras tem no Brasil: 15% dos investimentos e 10% do Produto Interno Bruto (PIB)”.

Para combater essas tentativas de enfraquecer a empresa estatal, o deputado sugere, assim como a senadora, a criação de uma Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras. A ideia será interromper a “tentativa de desmantelamento da petrolífera”, explica.

A líder do PCdoB na Câmara, deputada Jandira Feghali (RJ), acrescentou que a Frente tem o papel de se contrapor aos “ataques oportunistas à Estatal e ao patrimônio do povo brasileiro, pela investigação completa dos casos de corrupção”.


Do Portal Vermelho
De Brasília, Márcia Xavier, com agências

Sindipetro: Terceirização é a grande vilã na explosão da plataforma

Acidente ocorreu nesta quarta-feira (11) no Espírito Santo
Acidente ocorreu nesta quarta-feira (11) no Espírito Santo

Em entrevista à Rádio Brasil Atual, o diretor do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) do Espírito Santo Davidson Lomba afirma que a grande vilã do acidente com um navio-plataforma a serviço da estatal, ocorrido na quarta-feira (11), no litoral do Espirito Santo, é a terceirização. Ele afirma que as condições de trabalho e segurança do terceirizado são "muito inferiores", em comparação às do trabalhador da Petrobras.


O navio-plataforma é fretado e pertence à empresa norueguesa BW Offshore; dos 74 tripulantes que trabalhavam a bordo, apenas um era da Petrobras, relata o sindicalista.


"O sindicato vem cobrando, há muito tempo, o combate à terceirização desenfreada que vem acontecendo nos postos de trabalho da Petrobras", ressalta Lomba.


O dirigente relata que o Sindipetro foi informado imediatamente sobre o ocorrido, conforme determinado em negociação coletiva, e que, juntamente com a estatal, formou uma comissão para investigar as causas do acidente. Análises prévias apontam para uma explosão na casa de bombas do navio.

O sindicalista explica que, diferentemente das plataformas fixas, os navios-plataformas têm capacidade de se deslocar de um poço a outro, operam com menores custos e possuem capacidade de estocagem, mas, ainda assim, são mais seguros do que as instalações fixas.

Para Davidson Lomba, foi um acidente "trágico, atípico e incomum", mas com mais chance de ocorrer em equipamentos terceirizados do que naqueles operados diretamente pela Petrobras.

Fonte: Rede Brasil Atual


Entrevista de Davidson Lomba...

MP da previdência: PCdoB apresenta emendas preservando direitos

A primeira emenda da bancada comunista quer suprimir o artigo da MP 664 que visa modificar o valor do benefício da pensão por morte. 
A primeira emenda da bancada comunista quer suprimir o artigo da
 MP 664 que visa modificar o valor do benefício da pensão por morte. 

A bancada do PCdoB na Câmara apresentou uma série de emendas à Medida Provisória 664 que altera regras dos benefícios da Previdência Social. As ações anunciadas pelo governo federal no final do ano passado querem gerar uma economia nos cofres públicos de R$ 18 bilhões em 2015. Para a líder do PCdoB na Câmara, deputada Jandira Feghali (RJ), as medidas não podem acarretar prejuízo para os trabalhadores. 


A primeira emenda da bancada comunista quer suprimir o artigo 1º da MP 664 que visa modificar o valor do benefício da pensão por morte. O texto estabelece que o valor da pensão será equivalente a 50% do valor da aposentadoria a que teria direito o segurado, promovendo uma redução à metade desse valor.


“Essa redução é extremamente danosa para os dependentes do segurado. Parte de uma errônea ideia de que os custos de sobrevivência de uma família que perde um membro caem pela metade. Nada mais falso. Há diversos itens desses custos que são fixos e, portanto, precisam ser bancados integralmente pelo cônjuge, companheiro ou companheira remanescente”, avalia o texto da emenda

O PCdoB destaca ainda que muitos aposentados já foram penalizados pela aplicação do fator previdenciário e, portanto, tiveram o valor do seu benefício reduzido. Aplicada a regra da MP, o valor da pensão seria a metade do valor dessa aposentadoria.

Outra emenda do PCdoB também quer suprimir a proposta de modificar a carência exigida para a concessão da pensão por morte. O texto estabelece que serão exigidas 24 contribuições mensais para que o beneficiário tenha direito ao benefício, o que é considerado “inadmissível “ para os parlamentares do PCdoB”.

Modificações

Os comunistas também apresentaram emendas para melhorar o texto da MP 664, dando nova redação ao artigo 26, sem estabelecer carência para os casos de pensão por morte nos casos de acidente do trabalho e doença profissional ou do trabalho ou no caso de o segurado deixar dependente incapaz, ou com idade inferior a 18 anos ou com idade inferior a 24 anos, se estudante de terceiro grau.

“É preciso manter a proteção à família, à criança, ao adolescente e ao jovem previstos na Constituição Federal”, justifica a emenda.

A bancada é autora ainda uma emenda incluindo no texto da MP 664 artigo que estabelece que “oO tempo de duração da pensão será prorrogado até que todos os dependentes do segurado completarem 18 anos ou 24 anos, se estudante de terceiro grau, ou se inválidos, enquanto perdurar a invalidez.”

Para ao PCdoB, é importante também estabelecer que “o cônjuge, o companheiro ou a companheira ou o dependente considerado incapaz e insuscetível de reabilitação para o exercício de atividade remunerada que lhe garanta subsistência, mediante exame médico-pericial a cargo do INSS, por acidente ou doença ocorrido entre o casamento ou início da união estável e a cessação do pagamento do benefício, terá direito à pensão por morte vitalícia.”

O argumento da bancada é que “novas exigências para a concessão da pensão não podem desconhecer a existência de dependente considerado incapaz do segurado.”

O texto original previa exclusivamente a hipótese de o cônjuge, o companheiro ou a companheira serem considerados incapazes. Omitiu-se a possibilidade de um dependente na mesma situação. Havendo filho ou outro dependente incapaz é preciso assegurar a proteção previdenciária.

Também é objetivo do PCdoB retirar do texto da MP 664 o item que estabelece um subteto para reduzir o valor do benefício do auxílio-doença à média das 12 últimas contribuições. “Não faz sentido instituir um redutor para o auxílio-doença, justamente em um período em que o trabalhador vê agravadas as suas condições de saúde, normalmente com encargos extras”, explica a emenda supressiva.


Do Portal Vermelho
De Brasília, Márcia Xavier

Guerra econômica: jornalista denuncia ações golpistas na Venezuela

Entrevista com a jornalista Elaine Tavares, que esteve na Venezuela de 24 a 30 de janeiro, onde pode acompanhar o desenrolar da "guerra econômica" enfrentada governo bolivariano. Nas últimas semanas, o presidente Nicolás Maduro tem denunciado forte ingerência imperialista no país. Acompanhe o relato da jornalista na TV Vermelho.



Colunista critica mídia e onda de desinformação contra a Petrobras

Ilutração: Andocides Bezerra
"O caráter da manipulação e da propaganda para derrubar o governo Dilma está escancarado e descarado", denunciou o colunista.

Em sua coluna semanal na Rádio Vermelho, Urariano Mota, jornalista e escritor pernambucano, faz duras críticas sobre a coberura da mídia sobre o acidente ocorrido nesta quarta-feira (11) no navio-plataforma operado pela empresa BW Offshore e afretado pela Petrobras, na Cidade de São Mateus, no Espirito Santo. "Uma verdadeira manada de desinformação despejada pela mídia", criticou o jornalista.

Da Rádio Vermelho

Ele lembrou que os colunistas se assanharam, seja na TV ou internet. "O caráter da manipulação e da propaganda para derrubar o governo Dilma está escancarado e descarado. Parace que há somente um redator em todos os jornais do Brasil?", questionou o colunista ao criticar o papel da mídia conservadora nessa cobertura. 

Urariano Mota destaca que "na tragédia de quarta-feira (11), a informação mais técnica é que o navio-plataforma São Mateus jamais poderia ser da Petrobras, porque ao mais ligeiro exame visual seria notado que ele não tem um BR escrito no costado. Ele é um FPSO. As FPSOs significam Floating Production, Storage and Offloading, ou Unidades Flutuantes de Produção, Armazenamento e Descarga. Quando são construídas no Brasil pela Petrobras têm o símbolo BR no costado. A São Mateus, a partir da imagem, não poderia ser da Petrobras. No costado, se escreve PROSAFE, que não é remédio para doença mental, é [uma empresa] norueguesa".

Ele ainda acentua que "contra o governo, a notícia é como um rabo à procura de um gato. Ou então, como um rabo que procura o leão". E disparou: "Pouco importava que a FPSO SAO MATEUS fosse uma empresa da Noruega, contratada pela Petrobras. O fundamental era associar a desgraça ao desmonte feroz da empresa [Petrobras] no noticiário".


Ouça íntegra da opinião na Rádio Vermelho...

Com humor, TV Vermelho responde ao pessimismo e tese golpista da mídia

Com bom humor, TV Vermelho responde ao pessimismo e tese golpista da mídia e como a onda de desinformação compromete o debate e o avanço da democracia.


    Como O Globo tratava os escândalos da era FHC

    Manchetes esbravejantes por dias seguidos, com sentenças afirmativas e duras, editoriais indignados, nada disso existia durante os oito anos do governo FHC. Buscando mostrar mais uma vez que O Globo tem apenas e tão somente interesses econômicos e políticos, vamos dar um exemplo simples, acompanhando como o jornal tratou um dos escândalos mais claros e comprovados da época FHC, entre tantos que ocorreram na gestão tucana e foram jogados para debaixo do tapete. 


    No dia 13 de maio de 1997, o jornal Folha de S. Paulo revelou a existência de uma fita de áudio com o diálogo entre o deputado federal Ronivon Santiago (PFL-AC) e interlocutores onde este confessava que vendeu o voto a favor da emenda que aprovou a reeleição de FHC por R$ 200 mil reais, o que em valores corrigidos pela poupança representa hoje mais de R$ 930 mil reais por voto. A votação havia sido realizada no dia 28 de janeiro e Ronivon cita o nome de outros deputados que do mesmo modo receberam o suborno, comentando ainda que “malas de dinheiro de empreiteiras e financiadores de campanha circulavam nas bancadas”.

    Como O Globo tratava os escândalos da era FHC II

    O leitor mais novo deve estar achando que no dia seguinte (14/05) o jornal O Globo, intimorato defensor da moralidade, estamparia a manchete: “Gravação revela que governo comprou votos para a reeleição”, seguido de um editorial onde o PSDB era acusado de ter aparelhado o estado para se perpetuar no poder. Ledo engano, a manchete principal de O Globo no dia 14 foi “Novo Laudo Reforça a Tese de que Zuzu Angel foi assassinada”. Na capa o assunto da compra de votos é mencionado com a seguinte chamada: “Ronivon pode ter cassação sumária”, abaixo da chamada, o texto: “Decisão tomada pela cúpula do PFL tem apoio do Planalto e do Presidente da Câmara, Michel Temer”. Mesmo tendo que abordar um fato como este, O Globo conseguia colocar o governo FHC em um contexto positivo! E o editorial? O editorial reclamava do excesso de liminares que atrasaram a privatização da Vale do Rio Doce.

    Como O Globo tratava os escândalos da era FHC III

    Outro deputado, João Maia (PFL-AC), também aparece em gravação de áudio confirmando ter recebido os R$ 200 mil. Os detalhes que os dois parlamentares dão da operação de compra e venda dos votos é rico e incrimina diretamente Sérgio Motta, ministro de FHC e seu principal articulador político. Os dois deputados são expulsos do PFL (hoje DEM). Para os mais jovens terem uma ideia, ser expulso do PFL por corrupção é o mesmo que um nazista ser expulso da SS por crueldade e mostrava cabalmente que o suborno aconteceu de fato. No dia 15 de maio de 1997 como O Globo acompanhou o desenrolar dos acontecimentos? A manchete principal era: “Vandalismo faz FH intervir na PM/DF”. Os vândalos em questão eram camponeses do MST. Ao lado da manchete principal finalmente uma chamada sobre o caso: “Comissão chama ministros e governadores para depor”, com o subtítulo: “objetivo era esclarecer as denúncias de compra de votos de deputados”. O editorial? Reclamava de que apenas oito dos 25 servidores condenados por fraude na previdência estavam presos. Início do editorial: “O Sistema Legal brasileiro deu uma demonstração de eficiência ao pôr atrás das grades boa parte da quadrilha que desviou quase R$ 600 milhões de previdência”.

    Como O Globo tratava os escândalos da era FHC IV

    No dia 16 de maio de 1997 a manchete principal de O Globo era “Governistas se unem para tentar evitar criação de CPI”. O editorial reclamava dos elevados preços das taxas judiciárias. Do dia 17 ao dia 21 de maio o tema simplesmente não é abordado com destaque em nenhuma das cinco capas de O Globo. No dia 21 (apenas oito dias depois de estourar o escândalo) os dois deputados apanhados pelas gravações renunciaram, entregando à mesa diretora ofícios idênticos onde alegavam razões de “foro íntimo”, motivando comentário mordaz de Delfim Neto, então deputado federal: “nunca vi ganhar um boi para entrar e uma boiada para sair”. O Globo só volta a dar relevância ao assunto  no dia 22, quando o senado aprova em primeira votação a emenda da reeleição, já aprovada na Câmara, manchete: “Reeleição é aprovada e renúncia de dois deputados esvazia a CPI”. O editorial foi publicado na capa. O título era “A lei da turba” e pedia maior repressão policial ao MST.

    Como O Globo tratava os escândalos da era FHC V

    A operação abafa de O Globo foi repetida por todos os veículos de comunicação do sistema Globo. A CPI nem chegou a ser instalada. Quem conta o final da história é o jornalista Fernando Rodrigues, da Folha de S. Paulo: “apesar da fartura de provas documentais, o então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro, não acolhe nenhuma representação que pedia a ele o envio de uma denúncia ao Supremo Tribunal Federal (...) Em 27.junho.1997, indicado por FHC, Geraldo Brindeiro toma posse para iniciar o seu segundo mandato como procurador-geral da República. Sempre reconduzido por FHC, Brindeiro ficou oito anos na função, de julho de 1995 a junho de 2003 (...) A Polícia Federal não investigou? De maneira quase surrealista, sim. O repórter responsável pela reportagem foi intimado a dizer o que sabia a respeito do caso em… 4 de junho de 2001. O inquérito era apenas protocolar. Não deu em absolutamente nada”. Da mesma forma que a Globo sempre conduziu para que através da pressão midiática nada fosse investigado dos inúmeros roubos e escândalos da era FHC, a Globo agora conduz no sentido de eliminar seus inimigos políticos que, como bem disse o Lula, já entram no tribunal julgados e condenados pela “opinião publicada”.

    O que disse Bendine, o que disse a mídia

    O novo presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, tem feito uma maratona de entrevistas onde responde com firmeza às perguntas mais capciosas. Mas de acordo com o manual Ali Kamel de redação, só são destacadas, fora do contexto, as declarações que interessam ao clima de terra arrasada criado pela mídia hegemônica. Por exemplo, todos os jornalões destacam em letras garrafais: “Bendine anuncia que a Petrobras vai cortar investimentos”. É certo que ele disse isso, mas no contexto em que ele também declara: “o (corte) não vai ser algo drástico porque a Petrobras teve um plano massivo de investimento nos últimos anos, inclusive já começou a capturar os recursos desses investimentos”. Inquirido sobre o sonho da oposição, que é obrigar o governo a entregar o pré-sal às multinacionais, disse Bendine: “A grande geração de valor para a Petrobras é o aumento de sua produção (...) O aumento da exploração é o ‘core’ (coração) da empresa, é o que dá resultado (...) Vou entregar o ouro?”.

    Os valores tortos de Ricardo Rodríguez

    O articulista do jornal O Estado de S. Paulo, Ricardo Rodríguez, que se apresenta como professor, escreveu um artigo publicado nesta quinta-feira (12) intitulado “Crise política e falência de valores”. O senhor Rodríguez está preocupado com o mau comportamento dos alunos em sala de aula e acha que a “crise vem de baixo, da grande massa das famílias”. Em determinado momento ele encontra brecha para afirmar que “a presidente Dilma Rousseff tenta acobertar os corruptores do PT no caso do Petrolão”. Diz também que ao comparecer à comemoração (que ele coloca entre aspas) dos 35 anos do PT, a presidenta teria se solidarizado “com os larápios e petralhas”. Em apenas um parágrafo o articulista mente (não existe fato que mostre solidariedade da presidenta com a corrupção), falsifica (a presidenta comparecer ao aniversário do seu partido só é motivo de condenação por parte de alguém cego de ódio ideológico) e calunia (todos os presentes à comemoração do aniversário são larápios e petralhas, linguajar que por si só releva o nível de argumentação do “professor”). Mentir, falsificar fatos e caluniar em nome do ódio político... Rodríguez, em sua casa, quando você era pequeno, não te ensinaram que isso é feio?

    Colabore com o Notas Vermelhas: envie sua sugestão de nota ou tema para o email wevergton@vermelho.org.br