sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Comunistas apresentam propaganda por um partido grande e forte

Direto do Vermelho 


A propaganda partidária de 10 minutos do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) foi ao ar nesta quinta-feira (5) em cadeia de rádio e televisão em todo o país. A Secretaria Nacional de Comunicação, responsável pela propaganda partidária, apresentou um programa que retrata imagens e falas do 13º Congresso Nacional, ocorrido em novembro. Mostra que o PCdoB é um partido que debate e se une para apresentar projetos hábeis para todos os segmentos da sociedade brasileira.



Trajetória de lutas revolucionárias marca homenagens a Mandela

Em 2004, o Centro Nelson Mandela de Memória foi lançado pelo ex-presidente sul-africano, que morreu aos 95 anos, nesta quinta-feira (5), após uma vida inteira de luta contra o regime de segregação racial que o levou à liderança de um povo e à admiração mundial. Sua trajetória de vida e empenho na reconciliação nacional e no diálogo pela justiça social, com influência direta na luta global pelos direitos civis e sociais, temas do memorial, são também o foco da mídia internacional nesta sexta (6).


Diversos líderes mundiais, personalidades variadas, movimentos sociais, meios de comunicação e afins já têm prestado a sua homenagem e afirmado a grande perda representada pela morte de Madiba, nome pelo qual o líder era chamado por seu povo. Ele recebeu o nome de Nelson aos sete anos, ao entrar na escola. Rolihlahla Dalibhunga Mandela precisava ter um nome cristão, segundo a sua professora.

É a primeira grande mudança na vida do ícone da luta pela justiça social, que cresceu em um dos mais brutais sistemas racistas, na África do Sul. O regime de “apartheid”, palavra africâner para a segregação racial, ficou marcado na história mundial graças à liderança ativista e decisiva de Madiba e que, após décadas de cumplicidade ocidental – já que os africâneres no poder eram descendentes de europeus germânicos –, acabou por ser condenado e derrotado.

Mandela cresceu em um contexto determinado pelo colonialismo, mas também pelo sincretismo. Um dos 13 filhos de um casal analfabeto, mas cheios de valores edificantes, de acordo com uma das muitas biografias publicadas, ele cresceu na comunidade do clã Madiba, falando a língua africana xhosa, e foi influenciado pelas histórias sobre reis lendários e líderes africanos, pela Igreja Metodista e principalmente pelos ideais marxistas-leninistas, a partir da década de 1950. 

Leia também:
Nelson Mandela morre aos 95 anos em Tshwane
Presidentes africanos falam sobre Nelson Mandela
Líderes latino-americanos expressam pesar por morte de Mandela
Dilma: Mandela foi ‘personalidade maior’ do século 20

Desde o princípio, criticava o domínio dos brancos, especialmente ao questionar a figura dos chefes tribais como agentes cooptados pelo regime, assim como os missionários. Numa África devastada e configurada por estratégias colonialistas que deixarão para sempre a sua marca, Madiba cresceu para desafiar a dominação, mas ao mesmo tempo, para empenhar-se pelo diálogo em detrimento da confrontação. 

Entre as suas principais citações, Mandela disse: "Ninguém nasce odiando outra pessoa por causa da cor da sua pele, do seu histórico ou da sua religião. As pessoas têm que aprender a odiar, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, porque o amor vem ao coração humano mais naturalmente do que o seu oposto."

Trajetória ativista e política de resistência

Madiba entrou na Universidade de Fort Hare, uma das poucas instituições de ensino superior para negros à época, mas foi expulso em 1939 por organizar um boicote com Oliver Tambo, que se tornaria um de seus melhores amigos e ativista contra a segregação racial. 

Em 1944, Madiba torna-se membro do Conselho Nacional Africano (CNA), lançado em 1923 e derivado do Congresso Nacional Nativo Sul-Africano, de 1912, que lutava pelos direitos dos negros no regime colonialista. Ainda na década de 1940, Mandela e alguns companheiros criam a Liga Jovem da CNA, buscando chacoalhar a velha guarda do partido e aprofundar a luta antiapartheid. Ele também chega a ser membro do Partido Comunista Sul-Africano e a integrar o seu Comitê Central.

Em 1952, Madiba passa a liderar a Campanha de Desafio às Leis Injustas lançada pelo CNA, estabelecendo o movimento massivo de resistência não violenta que inspira, até hoje, diversas lutas por libertação e justiça social em todo o mundo. Ele foi então acusado pelo governo com base no Ato de Supressão do Comunismo, aprovado pelo Parlamento sul-africano em 1950, no contexto da chamada Guerra Fria. Em 1956, Mandela é acusado de traição e seu julgamento dura cinco anos, mas resultou na suspensão da acusação.

Madiba havia se casado, em 1944, com Evelyn Ntoko, com quem teve quatro filhos, mas depois do seu divórcio, casa-se com Nomzamo Winifred "Winnie" Madikizela, uma jovem assistente social, em 1958, com quem tem duas filhas.

Em 1960, 69 homens negros, desarmados, foram mortos pela polícia enquanto protestavam, na cidade de Sharpeville. A reação do governo foi o banimento do CNA, que leva Mandela e seus companheiros à clandestinidade, para a formação da Umkhonto we Sizwe (Lança da Nação), uma ala paramilitar, em 1961, em cooperação com o Partido Comunista Sul-Africano, com diversas viagens pela África e pela Europa, para a formação em métodos de guerrilha.

Prisão e suspensão do regime de apartheid

Em 1962, porém, ao voltar à África do Sul, Mandela é sentenciado à prisão perpétua por traição, após a “saída ilegal” do país. Ele é então enviado à prisão de Robben Island (Ilha de Robben), mas apesar das campanhas nacionais e internacionais pela sua libertação, permanece encarcerado na ilha por 18 anos, até ser transferido à prisão de segurança máxima de Poollsmoor. 

Em 1988, Mandela completa 70 anos de idade, no mesmo ano em que foi internado por tuberculoso e, depois de se recuperar, é transferido para a prisão de segurança mínima Victor Verster, com melhores condições.

Em 1990, após uma grande pressão mundial, com movimentos de boicote, sanções e resoluções de condenação da Organização das Nações Unidas (ONU), o então presidente F.W. De Klerk, recém-eleito, começa a desmantelar o regime de apartheid, libertando Mandela, que ficou preso por 27 anos, e removendo a proibição do CNA. 

As primeiras palavras de Mandela asseguravam aos seus apoiadores que ele não havia feito qualquer acordo com o governo, e também a sua intenção de trabalhar pela reconciliação com a população branca, uma posição que ficou reconhecida mundialmente pela oposição à de vingança e violência. A postura levou Mandela a ser comparado com pacifistas históricos como Mahatma Gandhi, cujo altruísmo e trabalho humanista pela aproximação eram determinantes.

O líder foi eleito presidente do CNA em 1991, no seu primeiro congresso após a volta à legalidade. Em 1992, Madiba divorcia-se e, no ano seguinte, 1993, recebe o Prêmio Nobel da Paz, em conjunto com o presidente De Klerk. Seis meses depois, já em 1994, o governo decide realizar as primeiras eleições presidenciais abertas a todos os cidadãos, brancos e negros, quando Mandela vence com uma maioria esmagadora. Foi também a primeira vez que ele votou.

Em 1998, casa-se com Graça Machel, viúva do líder revolucionário moçambicano Samora Machel. No ano seguinte, em 1999, seu mandato presidencial termina, mas o cargo continua sendo ocupado pelo CNA.

O partido governa o país com base em uma aliança com o Congresso das Centrais Sindicais Sul-Africanas (Cosatu) e com o Partido Comunista Sul-Africano (SACP), desde 1994, quando Mandela foi eleito presidente. Desde então, tem ganhado cada vez mais apoio popular, refletido no aumento de votos nas urnas.

Liderança mundial e homenagens


Madiba passa a representar diversas lutas humanistas em todo o mundo, enquanto continua a influenciar a resistência não violenta de vários povos subjugados ao redor do globo, na luta pela justiça social, pelos direitos civis, pela autodeterminação, pela libertação e pelo anti-imperialismo. Em 1998 e 1999, por exemplo, foi secretário-geral do Movimento dos Não-Alinhados.

Em 2003, participa da campanha mundial de conscientização sobre o vírus HIV/Aids, empenhando-se pelo ativismo desde que seu filho, Makgatho, morreu em consequência da doença.

           Foto: Christopher Furlong / Getty Images
      
        Sul-africanos comemoram o aniversário de 95 anos do ex-presidente Nelson Mandela, em 2013.

Em 2008, aos 88 anos de idade, Madiba anuncia a formação do grupo de líderes globais Anciãos, que incluía o ex-secretário-geral da ONU, o queniano Kofi Annan, que têm o reconhecimento mundial pelos trabalhos na construção da paz em todo o planeta. No ano seguinte, a ONU lança o Dia Internacional de Nelson Mandela, a ser comemorado todos os anos, em 18 de julho. 

Ainda em 2009, o ator Morgan Freeman interpreta Mandela no filme Invictus, que retrata aspectos principais da vida do líder político e humanista. O filme se passa nos primeiros momentos da presidência de Mandela, na sua tentativa de unir uma sociedade amargurada no contexto pós-apartheid. 

No ano seguinte, ele publica o livro Conversas comigo mesmo, uma crônica elaborada a partir dos seus diários nos tempos de prisão. Já em 2013, o filme sul-africano Mandela: Longa caminhada para a liberdadeestreia no país depois de décadas de produção. 

Nesta quinta-feira (5), depois de meses de luta contra o enfisema pulmonar, aos 95 anos, Madiba falece em casa, no subúrbio de Houghton, em Joanesburgo. Familiares e líderes mundiais e nacionais prestam homenagens, e o presidente sul-africano Jacob Zuma diz: “A nossa nação perdeu seu melhor filho. Nosso povo perdeu um pai.”

Por Moara Crivelente, da Redação do Vermelho

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Nesta quinta-feira vai ao ar a propaganda de TV e Rádio do PCdoB

A propaganda partidária de 10 minutos do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) vai ar nesta quinta-feira (5) em cadeia de rádio e televisão em todo o país. No rádio, a exibição começa mais cedo, às 20 horas, horário de Brasília. Nas emissoras de televisão a apresentação terá início às 20h30, também no horário da capital federal.


A Secretaria Nacional de Comunicação, responsável pela propaganda partidária, apresenta no segundo semestre deste ano um programa que retrata imagens e falas do 13º Congresso Nacional, ocorrido em novembro. Mostra que o PCdoB é um partido que debate e se une para apresentar projetos hábeis para todos os segmentos da sociedade brasileira.

Produzido pelo publicitário Marcelo Brandão, sob a direção política e ideológica de José Reinaldo Carvalho e Eliz Brandão, o programa do PCdoB apresenta a participação do coletivo militante do Partido, em todas as regiões do Brasil, no processo congressual, resultando no encontro em São Paulo – o maior movimento democrático interno do PCdoB – momento de resoluções da vida orgânica partidária e de políticas correspondentes à situação nacional e internacional.

O novo projeto nacional de desenvolvimento para o Brasil e a luta pelas reformas estruturais democráticas se mantêm presentes nas ações e nas falas dos dirigentes Renato Rabelo (presidente nacional do PCdoB), deputada federal Luciana Santos (vice-presidenta do PCdoB); ministro Aldo Rebelo (do Esporte); presidente da Embratur, Flávio Dino; presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo e a presidenta da UNE, Virginia Barros. A propaganda conta ainda com depoimentos espontâneos de militantes e dirigentes do PCdoB oriundos dos quatro cantos do Brasil.

O programa mostra ainda o significativo ato político do Congresso que contou com a presença da presidenta da República, Dilma Rousseff, além de ministros, senadores, deputados, aliados políticos e lideranças dos movimentos sociais.

A propaganda aborda ainda as ações do Partido Comunista do Brasil que se destaca por manter sua ideologia e sua identidade, nestes mais de 91 anos de história, no embate da luta de ideias, nas decisões coletivas e nas ações populares.

É ressaltada também na peça publicitária que houve avanços nesta última década com os governos de Lula e Dilma, e aponta a necessidade de avançar ainda mais nas mudanças e nas reformas estruturais democráticas, respondendo os reclames do povo.

O mote da campanha é ressaltar a necessidade de o Brasil de ter um partido comunista grande, forte e unido para conquistar as vitórias que o povo precisa.  

Da Redação do Vermelho

Governo quer novo tipo de emprego temporário

De olho na Copa do Mundo e nos Jogos Olímpicos, o governo vai editar medida provisória (MP) para alterar a sexagenária Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e criar uma nova modalidade de contratação temporária. Pela proposta, as empresas poderão contratar funcionários para períodos curtos sem necessidade de registro em carteira. As admissões poderão ser feitas pelo período máximo de 14 dias seguidos ou 60 dias avulsos por ano.
Alegislação trabalhista vigente impõe que todas as contratações precisam ser registradas em carteira. Atualmente, os contratos temporários não podem ultrapassar três meses, em dias ! corridos, muitas vezes usados como período de experiência pelas empresas. Prazos superiores a 90 dias precisam ser informados ao Ministério do Trabalho.
A nova modalidade de contratação tem como objetivo facilitar a admissão de trabalhadores temporários para o Mundial, no ano que vem, e para a Olimpíada, em 2016, mas poderá ser usada para legalizar relações de emprego em outros setores. Segundo o ministro do Trabalho, Manoel Dias, o governo recorrerá aos parlamentares da base aliada para que o texto sej a aprovado rapidamente no Congresso. Ele afirmou que o esboço da MP recebeu aval de uma comissão tripar-tite, formada por representantes do governo federal, dos trabalhadores e dos empregadores.
De acordo com o ministro, embora não haja a necessidade de assinar a carteira nesses contratos, as empresas são obrigadas a cumprir com os direitos trabalhistas, como férias e 13.0 proporcionais e benefícios previdenciários. "Vamos formalizar milhares de emprego e certamente estimular a criação de novos postos", afirmou Dias, durante reunião do Conselho Nacional do Turismo. Outra vantagem, segundo o ministro, é dar segurança jurídica às empresas.
Competitividade. A admissão de temporários por um contrato específico é reivindicação antiga dos setores de alimentação, hospedagem e organizadores de eventos.
A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação estima que, durante a Copa, vão ser gerados 15% a mais de empregos em hotéis, bares e similares nas 12 cidades-sede. "Certamente, contribuirá para aumentar a competitividade do turismo brasileiro, abrindo mais oportunidades no mercado de trabalho", defendeu o ministro do Turismo, Gastão Vieira.
Paulo Solmucci Junior, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abra; sei), classificou a nova modalidade de trabalho como uma medida "tapa buraco". Para ele, 60 dias avulsos é pouco tempo como limite para a contratação de temporários durante um ano inteiro. "É uma resolução para a Copa e não para o País", criticou. Representante de um setor que gera seis milhões de empregos diretos em todo o País, Sol-mucci defende uma flexibilização ainda maior das leis trabalhistas para permitir o "trabalho intermitente", modalidade que permite contratar funcionários por hora.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh), que reúne 450 entidades sindicais, disse que não foi consultada sobre o novo modelo de contratação e que já deixou claro em reuniões anteriores do conselho que é "terminantemente contrária à regulação do trabalho intermitente". "Não podemos deixar que a Copa seja usada como desculpa para precarizar as condições de trabalho", disse Maria Rosalina Gonçalves, diretora da Contratuh.
Fonte: Agência Brasil via Feeb-Ba-Se

Eleição da APCEF-BA: Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe apoia a Chapa 1


A eleição para Diretoria Executiva e os Conselhos Deliberativo e Fiscal da APCEF-BA (Associação de Pessoal da Caixa Econômica Federal) acontecerá nos dias 10 e 11 de dezembro. Duas chapas estão concorrendo: a Chapa 1 – Democracia, Transparência e Trabalho, apoiada pela Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, e a Chapa 2 – Gestão Novo Tempo.
César Cotrim, candidato a presidência da APCEF pela chapa 1
A Chapa 1 é encabeçada por César Cotrim, diretor do Sindicato da Bahia e de Esportes da Fenae. Entre as suas propostas, está a participação coletiva para motivar os trabalhadores a construírem uma nova APCEF, com a ampliação do número de associados e melhorias de toda a estrutura da Associação, inclusive o clube, antes tão freqüentado.
César Cotrim acumula grande experiência sindical. Empregado da Caixa desde 1981, é diretor do SBBA e representante dos bancários no grupo que negociou o Saúde Caixa. Graduado em Administração de Empresas, é também professor de Educação Física, com especialização em treinamento desportivo.
De Itabuna e Ilhéus a Chapa 1 conta com a participação dos colegas Edie Martins e Jandir Rodrigues Dócio, respectivamente.
Confira abaixo a composição das respectivas chapas:

CHAPA 1 – “Democracia, Transparência e Trabalho”

DIRETORIA EXECUTIVA
  1. 1……………………………………. Paulo César Barros Cotrim (Ag. Iguatemi)
  2. 2.Vice-………………….………. Silvio Pereira de Santana (GIPES)
  3. 3.Secretária………………………….. Karem Alyne Santana Guimarães (Pab Justiça Federal)
  4. 4.Diretor……………………….. Ronaldo Alves do Nascimento (Ag. Shopping Camaçari)
  5. 5.Diretor Administrativo…………………… Alberto Pereira Carrera Escariz (Ag. Barra)
  6. 6.Diretor de……………………..  Luciana Pacheco de Melo ( GIREC)
  7. 7.Diretor de Relação do…….. Danusia Maria Sousa da Silva ( Ag. Rio Vermelho)
  8. 8.Diretor………………………………  Jânio Carlos Gomes de Souza (Ag. Rio Vermelho)
  9. 9.Diretor de………………………. Fábio Thomé Lima de  Brito (Ag. Shopping Barra)
  10. 10.Diretor de…………………………Terezinha Fonseca Malheiros (CIREC)
  11. 11.Diretor de Sede de…………….. Orival Galdino Santos (Ag. Mercês)
  12. 12.Diretor……………………… Mecenas Salustio Lamego Mendonça (Ag. Pituba)
  13. 13.Diretor Jurí……………………………Augusto Sérgio Vasconcelos de Oliveira (GILIE)
  14. 14.Diretor dos……………….Francisco de A. Cantalino Wanderley (Aposentado)
  15. 15.Diretor Regional do Recô……..Carlos Alberto Ribeiro de Lima (Ag. Maragojipe)
  16. 16.Diretor Regional do……….. Róger Róner Santos Machado (Giret/Reret)
  17. 17.Diretor Regional do……………….. Jandir Rodrigues Dócio (Ag. Ilhéus)
  18. 18.Diretor Regional do Extremo-….. Edie Martins Santos Chagas (Ag. Itabuna)
  19. 19.Diretor Regional do……………. João Raimundo da Cunha Peixoto (Ag. Feira de Santana)
 SUPLENTES DA DIRETORIA EXECUTIVA
  1. 20.Marineusa dos Santos Peixoto (GIDUR)
  2. 21.  Álvaro Gondim Pires (GIFUG)
  3. 22.  Jorge Romero Neto (Ag. Sete Portas)
CONSELHO DELIBERATIVO
  1. 23.Antônio José Vianna de Oliveira (Ag. Relógio São Pedro)
  2. 24.Bruno Santana Alves Nascimento (Ag. Rio Vermelho)
  3. 25.Antônio Messias Rios Bastos (Pab Justiça Federal)
  4. 26.Rafael Oliveira Souza (GIDUR)
  5. 27.Jerry Nunes Carvalho (Ag. São Sebastião do Passé)
  6. 28.Paloma Amazonas Araújo (Aposentada)
  7. 29.Henrique Garcia De La Torre (Ag. Nazaré)
  8. 30.Vitor Antonio Pereira Lemos (Ag. Comércio)
  9. 31.Soraia Melo de Oliveira (Ag. Aeroclube)
  10. 32.Augustius Krekor de Oliveira (GITEC)
  11. 33.Lucila Correia Pinheiro Acioli (Ag. Shopping Itaigara)
SUPLENTES DO CONSELHO DELIBERATIVO
  1. 34.José Luís Belfort de Oliveira (GIRET)
  2. Álvaro Lopes de Queiroz (Ag. Vasco da Gama)
  3. 36.Grossiman Santana Nunes (CIREC)
CONSELHO FISCAL
  1. 37.Sâmio Cássio de Carvalho Melo (Ag. Dias D´Ávila)
  2. 38.Francisco Rivanildo Feitosa (Ag. Vasco da Gama)
  3. 39.Glauber de Moura Carneiro (Ag. Caixa D’Água)
SUPLENTES DO CONSELHO FISCAL
  1. 40.Lúcia Guedes Rios (Aposentada)
  2. 41.Rogério Magalhães da Silva Teixeira (Ag. Porto da Barra)
Fonte: Feeb/Ba-Se

Mais um corte inaceitável na aposentadoria da classe trabalhadora

Por Adilson Araújo*
O cálculo do fator previdenciário contém uma ironia cruel para a classe trabalhadora brasileira. A cada ano em que cresce a expectativa de vida da população cai o valor das aposentadorias. Isto ocorreu mais uma vez com a nova tabela do fator em vigor desde segunda-feira-feira (2) que embute um novo corte dos benefícios, estimado, na média, em 1,6%, depois que o IBGE anunciou o aumento da expectativa de vida no Brasil para 74,6 anos.
Teoricamente, a vida fica mais longa para todos, mas o que devia ser motivo para comemoração torna-se um drama para muitos trabalhadores e trabalhadoras, para quem a velhice fica mais amarga e difícil em função do redutor do valor das aposentadorias. Segundo estimativas do advogado Sergio Henrique Salvador as perdas adicionais, que serão sofridas no curso do ano novo pelos que se aposentam, chegam a R$ 200,00 para os homens e a R$ 208,00 para as mulheres. Estas são mais prejudicadas precisamente porque têm uma expectativa de vida maior que seus pares masculinos.
A defasagem acumulada entre o que deveria ser o valor das aposentadorias, tendo como referência as contribuições ao INSS, pode subir a cerca de 50% em alguns casos, ou seja, há quem recebe metade do que teria direito sem o fator. Este expediente perverso de redução do valor das aposentadorias foi imposto em 1999 pelo governo FHC.
Trata-se de um entulho neoliberal que, embora condenado pelo movimento sindical, foi mantido pelos governos Lula e Dilma em nome de uma política fiscal conservadora, aprisionada aos interesses da oligarquia financeira e defendida com unhas e dentes pela direita. O fator previdenciário foi definido pelo senador Paulo Paim (PT-RS) como um “crime contra a classe trabalhadora” e chegou a ser derrubado no Congresso Nacional em decisão que foi vetada pelo ex-presidente Lula.
Apesar da pressão das forças conservadoras e da intransigência do governo, a CTB e demais centrais sindicais não abrem mão da luta pelo fim do fator previdenciário, que motivou uma nova manifestação unitária do movimento sindical em 12 de novembro e terá novos desdobramentos em 2014. Não vamos permitir a continuidade do arrocho das aposentadorias, uma covardia contra a classe trabalhadora perpetrada por FHC, que chamou os aposentados de “vagabundos”, e até agora perpetuada por seus sucessores.
O argumento de que o fim do fator pode agravar o desequilíbrio fiscal não se sustenta, pois omite a verdadeira causa do problema: o pagamento, regular e sagrado, dos extorsivos juros da dívida pública. Por sinal, a Selic teve uma nova alta, encerrando o ano em dois dígitos (10%), um presentão de Natal, cujo custo gira na casa dos bilhões de reais, que o Banco Central oferece a meia dúzia de ricos rentistas. Um triste contraste com o novo assalto ao bolso dos aposentados. Nossa resposta só poder ser uma: uma luta sem tréguas pelo fim do fator previdenciário e a mudança da política econômica.
São Paulo, 3 de dezembro de 2013
Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil).

Vida longa e aposentadoria bem curta

O brasileiro está vivendo mais. A expectativa de vida teve aumento médio de 144 dias e agora está em 74,6 anos, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Essa é a parte boa da notícia. A ruim é que o valor da aposentadoria vai cair mais. 
 
Com a revisão da expectativa de vida, o benefício tem uma redução média de 1,67%. Isso acontece porque, com os novos dados, a tabela do chamado fator previdenciário, usada para fazer o cálculo por tempo de contribuição, tem de ser atualizada. Quanto maior a sobrevida, menor é o benefício. 
 
O mecanismo, criado em 1999, pelo governo de Fernando Henrique Cardoso, diminui em até 40% do valor das aposentadorias. O movimento sindical, inclusive o Sindicato da Bahia, reivindica há anos o fim do fator, mas, para atender aos interesses dos empresários, a pauta segue travada no Congresso Nacional.

Fonte: O Bancário