terça-feira, 21 de junho de 2016

Jandira Feghali é pré-candidata a prefeita do Rio de Janeiro


Foto: Bruno Bou/Cuca da UNE
 Lula e Beth Carvalho apoiam Jandira Feghali para a prefeitura do Rio Lula e Beth Carvalho apoiam Jandira Feghali para a prefeitura do Rio
O lançamento ocorreu na Fundição Progresso e teve início com discursos de diversas lideranças do movimento social, de lideranças partidárias e parlamentares. Artistas como Beth Carvalho, Bemvindo Sequeira e Tico Santa Cruz reafirmaram apoio à deputada do PCdoB na disputa pela prefeitura da capital.

O ex-presidente Lula falou antes de Jandira e disse que em 2006 esteve no Rio de Janeiro fez um compromisso de que o estado ia fazer uma parceria com governo federal como jamais havia acontecido. Para o ex-presidente “era preciso tirar o Rio das páginas policiais, mostrar sua beleza. Era preciso devolver ao Rio o direito de andar de cabeça erguida. Duvido que nos últimos 50 anos tenha acontecido um governo que transferiu tanto dinheiro do governo federal para o Rio como nós transferimos. E não fizemos isso por compromisso partidário, mas porque entendíamos que era um direito”. Lula lançou um recado ao prefeito e ao governador: “durante a Olimpíada não escondam nenhum pobre. Mostrem a cara do povo como ela é”.

Lula afirmou ainda que a campanha eleitoral deste representará uma "nova experiência política", por conta da proibição de financiamento empresarial e disse que iria pessoalmente fazer campanha para Jandira.

Ao falar, depois de tocar bateria em companhia dos músicos presentes, Jandira agradeceu a presença de Lula e destacou sua importância na eleição. “Quem tem Lula numa campanha, ganha uma eleição no Rio de Janeiro”, afirmou a deputada. Agradeceu também a presença dos artistas, particularmente a Beth Carvalho, e das diversas lideranças presentes. Citou a bancada de seu partido ali liderada pela presidenta nacional, deputada Luciana Santos, dos parlamentares do PT e de dirigentes dos dois partidos.

Jandira tocou bateria antes de discursar



Jandira Feghali afirmou que sua pré-candidatura “não tem medo de defender o legado de Lula e Dilma” e que ali estava uma esquerda consequente. “Somos uma esquerda que discursa, mas é a esquerda que faz, que muda a vida das pessoas, que vai pra luta, que bota a mão na gestão e realiza. Esquerda consequente, que faz acontecer, que muda a vida do Brasil, particularmente daqueles que mais precisam do poder público e das políticas públicas”.

A pré-candidata afirmou que “a eleição vai cruzar com a disputa contra o golpe e pela democracia, essa que já estamos fazendo nas ruas, dentro de Congresso e em todos os lugares”. Para Jandira é preciso defender a volta de Dilma ao mandato conquistado com 54 milhões de votos e combater as características do fascismo como a intolerância, a propaganda mentirosa e a violência contra os chamados segmentos minoritários da sociedade.

A deputada do PCdoB afirmou que o Rio de Janeiro necessita de uma gestão democrática e que direcione investimentos para a cidade inteira. Para Jandira é preciso pensar na cidade a partir da ótica de uma mulher para que todas as políticas públicas tenham um recorte de gênero.

“Precisamos de uma cidade de generosidade, mas precisamos de fatos ser generosos. Precisamos de uma cidade solidária, mas precisamos ser solidários. Precisamos de uma cidade coletiva e pra isso precisamos superar nosso individualismo”, defendeu Jandira. A deputada defendeu ainda “uma escola democrática e cidadã, que forme para a integração e a solidariedade, além da democratização dos meios de comunicação.

Assista a íntegra do evento:

 

 Do Portal Vermelho

segunda-feira, 20 de junho de 2016

PCdoB lança pré-candidatura de Alice à prefeitura de Salvador


  
A candidatura de Alice, que atualmente é deputada federal, apresentada pelo partido, se coloca em contraposição ao atual prefeito, ACM Neto. "Atravessamos 2015 debatendo a cidade de Salvador e foi unânime a decisão do nome. Desde o início era Alice. Muitos duvidaram que iríamos seguir com essa pré-candidatura. Mas, há um clamor antigo nas fileiras do partido, que agora vai ser atendido", disse Olívia.

O presidente estadual, Daniel Almeida, líder do PCdoB na Câmara, reforçou a necessidade do apoio das forças de esquerda na capital a este projeto do partido. "Na disputa de 2016, é certo que forças da esquerda se unam para enfrentar o autoritarismo do carlismo. E Alice é o nome que reúne todas as características para conduzir o projeto de transformação de Salvador". Para o parlamentar, Alice é mulher guerreira, de fibra e que sempre defendeu os interesses do povo e será por meio dela que o PCdoB concretizará a vontade de colocar candidatura própria, que vem desde o fim da ditadura militar, na década de 80.

Segundo Luciana Santos, o PCdoB sempre esteve ao lado de forças políticas do campo de esquerda, para fazer avançar a política de desenvolvimento, pois os comunistas têm a convicção de que não é possível um projeto avançado, transformador, se não partir de uma aliança de frente ampla. "Não há outro caminho, se não a unidade", disse a presidente nacional, ressaltando a importância da união da esquerda no combate ao conservadorismo.

E a deputada federal pelo PCdoB de Amapá, professora Marcivância, complementou: "o que está em jogo é a apresentação de projetos políticos diferentes. E a nossa Alice representa o projeto de inclusão de uma Salvador melhor, com foco nos humildes, nos negros e nas mulheres", pontuou.

Falaram também representantes da juventude, Onã Rudá, presidente municipal da UJS, e do movimento negro, Sirlene Assis, presidente estadual da Unegro Bahia, e dos trabalhadores, Aurino Pedreira, presidente estadual da CTB Bahia, além do Reitor da UFBA, professor João Carlos Sales. Todos destacaram a atuação da deputada na defesa desses grupos, principalmente, em relação à educação e dos direitos dos servidores.

Também estiveram presentes os presidentes municipais do PSB, Valdemar Oliveira, do Psol, Fábio Nogueira, e do PT, a ex-vereadora Marta Rodrigues, além do deputado estadual Marcelino Galo, a deputada federal Moema Gramacho e a vereadora Vânia Galvão, do Partido dos Trabalhadores. Todos disseram que ainda não está definido o apoio em seus partidos, mas que Alice é um expressivo nome para fazer frente ao prefeito no debate de ideias e na construção de um projeto adequado para a cidade.

Pela confiança depositada nela, Alice Portugal agradeceu ao PCdoB e, especialmente, a Olívia e Daniel, que estão ajudando a construir sua pré-candidatura. "Estamos fazendo o possível para transformar em uma candidatura ampla, forte, com alianças importantes". Para ela, o ato foi muito representativo, pela presença de integrantes de outros partidos das forças de esquerda da Bahia. "Podemos estar em candidaturas diferentes, mas não nos dividiremos. Vamos caminhar alinhados no combate ao que há de mais ortodoxo. Porque o que vamos enfrentar é o velho carlismo com roupinha mais apertada", disse referindo-se às conversas de apoio com o PT e o PSB.

"A nossa expectativa é da construção dessas alianças, porque ninguém caminha só. A solidão política nos deixará fadados a sermos derrotados por 'golpinho'. Precisamos derrotar as forças do atraso agora. A nossa eleição não é local, é estadual, para impedir o retorno do carlismo, e é nacional, para ampliar as nossas conquistas", alertou a deputada. Alice falou ainda de sua origem humilde, afirmando acreditar que isso a conduziu automaticamente ao PCdoB, onde fez sua trajetória política, começando pelo movimento estudantil.



Fonte: PCdoB da Bahia via Vermelho


Atentado na UnB reabre a ferida das invasões da ditadura militar


  
No espaço de livre circulação de estudantes, servidores e professores, essas pessoas pregaram a violência verbal e acionaram uma bomba caseira. Perderam, ali, o livre direito à manifestação do pensamento ao atentar contra o direito jurídico do brasileiro de ser resguardo pela Constituição acima de qualquer ideologia de supremacia, base do discurso fascista.

Sem noção histórica
Entre uma palavra e outra contra gays, negros e manifestantes de pensamento político contrário, ergueu-se a exaltação à ditadura militar, como uma força capaz de pôr ordem num Brasil reprovado politicamente pela Justiça. Sem nenhuma noção histórica dos fatos e destituídos de qualquer pensamento críticos, esses homens e mulheres, como robôs programados, acionaram a memória ferida da UnB, instituição violentamente descontruída durante as duas décadas de golpe militar.

Um ano depois do golpe de 1964, a UnB tinha sido invadida por duas vezes, professores e estudantes presos e demitidos. Todo o projeto de construção de um modelo de ensino transversal e inovador estava esfacelado. Diante do descalabro, 223 dos 305 professores se desligaram do quadro em 1965.

O pior dos dias
Imediatamente, o ataque de 17.06 reabre uma fenda no coração de Brasília. Vem à mente o pior dos dias: 29 de agosto de 1968, quando a ditadura prendeu o estudante Honestino Guimarães e transformou a quadra de basquete numa espécie de campo de concentração.

Naquela manhã, um comando de tropas descomunal formado por pela Polícia Militar, Polícia Civil, Exército e agentes do Dops fechou todos os acessos à Universidade. Bombas de gás lacrimogêneo, carro incendiado, violências físicas, verbais e prisões por toda parte interromperam a rotina acadêmica.

Campo de concentração

A repressão invadiu laboratórios, destruiu equipamentos, arquivos e mostras de pesquisa. Há fragmentos dessa barbárie no filme “Barra 68”, de Vladimir Carvalho, com cenas captadas heroicamente pelo estudante Hermano Penna.



Aos poucos, formou-se uma fila de centenas de estudantes detidos, com as mãos atrás da cabeça, levados, no sol da seca, para a quadra de basquete. Ali, passaram por triagem, humilhações e perda do estado de direito. Foram apreendidos 500 estudantes na quadra. Sessenta deles, foram presos.

Com o estado democrático tombado pela ditadura militar, não havia como se defender. Agora, mergulhados em delicado processo de instabilidade político e democrático, não podemos permitir ações como essa do dia 17.06. É preciso identificar um a um desses defensores da volta da barbárie para que sejam responsabilizados. Caso contrário, grupos similares se acharão no direito de violentar brasileiros que pensam diferente. Só isso pode estancar o fio de sangue que voltou a escorrer no campus da UnB.
 

 Fonte: Metrópoles via Vermelho

Carina: Maioria do movimento estudantil é simpática a novas eleições


  
O tema foi discutido pela presidenta Dilma Rousseff, na reunião de terça-feira (14) no Palácio da Alvorada,com ministros de seu governo, partidos políticos aliados, senadores e várias entidades do movimento social e sindical. Nova reunião com o mesmo formato está prevista para terça-feira (21).

A posição que a FBP vai levar a Dilma na próxima reunião não será necessariamente a consensual ou definitiva, de acordo com Carina. “Vamos devolver esse debate para as organizações para tirar uma posição. Não sei dizer se vai ter uma posição definida (no dia 21) ou se a gente vai ter uma posição de seguir debatendo.” O que vai ser levado a Dilma “depende da reunião de segunda-feira”, explica, em referência ao encontro agendado pela frente para o dia 20.

Segundo Carina Vitral, a UNE, particularmente, está em processo de discussão do tema. “Vamos convocar uma reunião em todo o Brasil para deliberar com a base e entidades uma posição. Mas existe um entendimento da maior parte do movimento estudantil de simpatia a essa proposta (de plebiscito e eleição)”, diz.

A justificativa, de acordo com a ativista, é que a democracia “está enfraquecida” depois do golpe. Nesse contexto, “a luta não é a defesa de um partido e de uma presidente, mas de uma democracia, e é justo que a gente devolva ao povo o direito de decidir sobre os rumos do país”. Mas, para isso, diz Carina, a condição é que Dilma recupere o mandato.
 

Fonte: Rede Brasil Atual via Vermelho

Em ato com Lula, PCdoB e PT lançam pré-candidatura de Jandira no Rio

Nesta segunda-feira (20), a partir das 18h, PCdoB e PT promovem reunião pública no Rio de Janeiro para debater as demandas e os problemas da cidade e lançar a pré-candidatura da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB) à prefeitura. O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participará do encontro, ao lado de artistas, intelectuais, representantes de movimentos sociais e outros políticos.

Intitulado #RioEmComum, o evento acontece na Fundição Progresso, na Lapa, com o objetivo de buscar soluções para cidade. “Vai ter música, vai ter debate, vai ter grito de guerra e um gigantesco #FORATEMER, que ninguém é de ferro!”, diz a página do ato no Facebook.

Entre os convidados, estão a sambista Beth Carvalho; o vocalista do Detonautas,Tico Santa Cruz; o rapper Flávio Renegado; o humorista Bemvindo Sequeira e o cantor e compositor Leoni, além do presidente nacional do PT, Rui Falcão, do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e outras lideranças políticas e sociais nacionais.

Algumas personalidades divulgaram vídeos convidando para o encontro. Na sua gravação, Beth Carvalho defende que Jandira Feghali é uma ótima parlamentar, honesta e amiga. Já Tico Santa Cruz afirma que está na hora de dialogar sobre a cidade, “fazer as escolhas certas e participar, para depois poder cobrar e dizer que colaborou com as mudanças”. E, para Leoni, o evento é "uma excelente oportunidade para debater os problemas da cidade e as soluções que são urgentes". 

Confira abaixo:

Beth Carvalho
 

Tico Santa Cruz



Leoni


Fonte: Vermelho

Temer recebeu nota 2,25 na defesa do trabalhador na Constituinte


Temer perde na comparação com outros parlamentares renomados. Lula recebeu nota 10;  Geraldo Alckmin, 7; Fernando Henrique Cardoso, 5 e José Serra, 3,75. Temer perde na comparação com outros parlamentares renomados. Lula recebeu nota 10; Geraldo Alckmin, 7; Fernando Henrique Cardoso, 5 e José Serra, 3,75. 
Aos 48 anos, e na condição de segundo suplente do PMDB, ele substituiu Tidei de Lima (em março de 1987), que assumiu secretaria no governo de São Paulo. Com 43.747 votos, Temer recebeu nota 2,25 do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), que acompanhou, passo a passo, o voto dos constituintes nas matérias de interesse dos trabalhadores.

No pé da página, após as notas dos dois turnos, o livro do Diap registra: “É presidencialista e votou a favor dos cinco anos para Sarney. Absteve-se quanto ao tabelamento de juros, mas não teve dúvidas ao votar contra a reforma agrária”. Sua votação no primeiro e no segundo turnos pode ser lida na página 630 do livro “Quem foi quem na Constituinte”.

Temer perde na comparação com outros parlamentares renomados. Lula recebeu nota 10; José Serra, 3,75; Arnaldo Faria de Sá, 7,5; Geraldo Alckmin, 7; Severo Gomes, 6; Mário Covas, 6,25; e Fernando Henrique Cardoso, 5.

Documento valioso

Ainda que pressionado pela urgência da publicação e em meio a fortes disputas políticas, o livro sobrevive ao tempo como documento valioso. O critério adotado pelo Diap - para as avaliações - nunca foi posto em dúvida e as notas jamais foram contestadas.

Na página 15, o advogado Ulisses Riedel de Resende, então diretor-técnico do Diap, escreve: “O critério de avaliação do comportamento dos constituintes foi objetivo. Ou seja: não se fez uma avaliação pela simpatia pessoal ou pelo partido em que está, mas apenas, concretamente, como votou as questões consideradas as mais importantes para a classe trabalhadora”.

Na página 7, Nota dos Editores assinala: “A pesquisa realizada pelo Diap - coordenada pelo jornalista Antônio Augusto de Queiroz, ao longo de um ano e sete meses dos trabalhos da Constituinte - chega agora ao conhecimento dos sindicalistas, dos trabalhadores, do povo brasileiro.

Consideramos que o empenho em viabilizar este projeto editorial e lançar a obra no mais breve espaço de tempo possível, junto com a promulgação da própria Constituição, realiza a mais nobre função dos que se dedicam à comunicação e à cultura: contar tudo ao povo, corretamente e com presteza.

Este livro é um instrumento e uma arma para a conquista e consolidação da democracia. Ele já faz História. 21 de setembro de 1988". 
 

De Brasília, com Agência Sindical via Vermelho

Milhares de pessoas e seis partidos caminham juntos para eleger Davidson prefeito de Itabuna

O deputado federal Davidson Magalhães (PCdoB) lançou sua pré-candidatura à prefeitura de Itabuna em evento realizado na quinta-feira (16). O parlamentar conta com apoio do PP, PEN, PPS , PSD e PTC na cidade. 

O atual prefeito de Itabuna, Claudevane Leite (PRB) e o prefeito de Ilhéus, Jabes Ribeiro (PP), compareceram ao lançamento, que teve presença de aproximadamente 3 mil pessoas. 

“Precisamos avançar e retomar a condição de liderança do sul da Bahia, enfrentando com coragem os problemas da nossa cidade e a falta de recursos", disse Davidson em pronunciamento.

Fonte: Bahia Notícias