sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Renda do trabalhador aumenta; taxa de desemprego é a menor da história

 IBGE: Rendimento do trabalhador aumenta, desemprego segue estável
IBGE: Rendimento do trabalhador aumenta, desemprego segue estável

O rendimento médio real habitual do trabalhador brasileiro ficou em R$ 2.055,50 em agosto deste ano e a taxa de desemprego ficou em 5%, ou seja, o maior nível de emprego para o mês da série histórica. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego, divulgada ontem, quinta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação de 5% é o menor índice para meses de agosto desde o início da série histórica, em 2002. Em agosto do ano passado, a taxa havia sido de 5,3%.


O rendimento é 1,7% superior ao verificado em julho (R$ 2.022,04). Se comparado com agosto de 2013, o índice é 2,5% maior, quando o rendimento médio real foi R$ 2.005,72.

Nos empregados com Carteira de Trabalho assinada, o rendimento ficou em R$ 1.876,60, 1,2% maior do que julho deste ano e 1,1% superior a agosto do ano passado. Já nos empregados sem carteira assinada, o rendimento foi R$ 1.499,30, ou seja, maior do que julho deste ano (0,9%) e do que em agosto do ano passado (1%).

Entre os grupamentos de atividade, na comparação com julho deste ano, seis dos sete segmentos tiveram crescimento, com destaque para a educação, saúde e administração pública (3,2%). Apenas a indústria teve rendimento estável.

Na comparação com agosto do ano passado, cinco das sete atividades tiveram crescimento no rendimento. O destaque ficou com a construção (6,5%). Duas atividades tiveram queda: serviços prestados à empresa (-1,6%) e outros serviços (-0,7%).

Agosto tem maior nível de emprego da série histórica
A taxa de desemprego em agosto deste ano ficou em 5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE. É o menor índice para meses de agosto desde o início da série histórica, em 2002.

A taxa de desocupação de 5% é o menor índice para meses de agosto desde o início da série histórica, em 2002. Em agosto do ano passado, a taxa havia sido de 5,3%. Em agosto deste ano, a população desocupada - 1,2 milhão de pessoas, ficou estável nas comparações com julho deste ano e com agosto do ano passado. Já o contingente de ocupados - 23,1 milhões, cresceu 0,8% em relação a julho e manteve-se estável na comparação com agosto de 2013.

A entidade também divulgou as taxas médias completas de julho (4,9%), junho (4,8%) e maio (4,9%), que haviam sido informadas anteriormente sem os dados de todas as regiões metropolitanas, devido à greve dos servidores do instituto, que terminou em agosto.

Normalmente, a PME é feita em seis regiões metropolitanas: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre. No entanto, devido paralisação, os números divulgados em maio, junho e julho não incluíam as taxas de Salvador e Porto Alegre. Sem os dados das seis capitais, o IBGE não pôde divulgar uma média nacional.

O número de trabalhadores com carteira assinada (11,8 milhões) ficou estável em ambas as comparações.

Entre os grupamentos de atividades, na comparação com julho, apenas o ramo da construção teve aumento da população ocupada (5,1%). Os serviços domésticos tiveram queda (-3,9%) e as demais atividades mantiveram-se estáveis. Já na comparação com agosto do ano passado, os serviços domésticos tiveram queda de 7,2%, enquanto as demais atividades mantiveram-se estáveis.

Fonte: Agência Brasil via Vermelho

Dados mostram: bancos podem valorizar categoria

Seja qual for o indicador, todos apontam ganhos para o setor: lucro, receita com prestação de serviço, carteira de crédito, tudo cresce graças ao trabalho do bancário que quer sua parte nesse imenso resultado

Os bancos levaram no dia 19, dentro da Campanha 2014, proposta global para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho. Apresentaram 7% de reajuste para os salários e, para o piso, 7,5%.

O Comando Nacional dos Bancários informou, em mesa, que considerava a proposta insuficiente. Em assembleia, a categoria confirmou a rejeição e deflagrou greve a partir de 30 de setembro.

Bancários em greve a partir de 30 de setembro

A categoria exige valorização do setor que mais lucra no país e os dados mostram que eles podem pagar. Isso fica claro quando se utiliza comparativos que levam em conta o primeiro semestre de 2014 em relação ao mesmo período de 2013 para os cinco maiores do país (BB, Caixa, Bradesco, Itaú e Santander).

> Bancos mantêm os maiores bilionários do Brasil
> "PIB" dos bancos subiu 2,6% em um ano

Lucro – O lucro líquido para esses bancos cresceu 16,5%. A variação, por empregado, foi de 17,7%. Isso 
significa que a atuação de cada empregado nesses bancos incrementou em mais de 17% o lucro entre um ano e outro.

Tarifas – A receita com prestação de serviços e tarifas, exclusivamente originada no trabalho do bancário, cresceu 10,02% no semestre. E a variação por empregado, foi ainda maior, 11,1%.

Crédito – A expansão das carteiras de crédito entre 2013 e 2014 foi da ordem de 13,3%. Cada bancário teve responsabilidade em 14,4% desse crescimento.

Retorno – Enquanto ganham tanto com o trabalho duro dos seus empregados, os bancos demitem: cortaram juntos 18.990 postos de trabalho (exceto a Caixa) desde janeiro de 2012. Foram 5.512 só nos últimos 12 meses. Isso faz com que a pressão e a sobrecarga aumentem, já que houve redução de 2,2% no número de empregados por agência e aumento de 5% no número de contas correntes que cada funcionário tem de cuidar.

A categoria lembra que 93% das campanhas salariais do primeiro semestre conquistaram reajustes acima da inflação (análise do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos/ Dieese para 340 categorias). A maioria resultou em ganhos reais médios de até 1,54%.

Fonte: Seeb-SP

Bancários aprovam greve a partir do dia 30

A partir de terça-feira (30/09), os bancários de todo o Brasil entram em greve por tempo indeterminado. A decisão, unânime, foi tomada nas assembleias ocorridas até ontem (25/9) em todo o país.
Com data-base em setembro, a categoria já teve sete rodadas de negociação com a Fenaban e praticamente não houve qualquer avanço em nenhuma das cláusulas em discussão, como saúde e sociais. Na financeira, os bancos oferecem reajuste salarial de 7%, mas os trabalhadores querem 12,5%, o que inclui 5,4% de aumento real de salário.

Em Salvador, entidades negras manifestam apoio a Dilma Rousseff

Mais de 25 entidades do movimento negro declararam apoio à Dilma Rousseff na Bahia
Reprodução
Mais de 25 entidades do movimento negro declararam apoio à Dilma Rousseff na Bahia

Representantes de pelo menos 25 entidades do movimento negro se reuniram, na última quarta-feira (24), na sede do bloco Ilê Aiyê, em Salvador, para anunciar apoio à candidatura da presidenta Dilma Rousseff. Além do Ilê, estão outras entidades de destaque, como a Unegro (União de Negros pela Igualdade), o Movimento Negro Unificado (MNU), os fóruns de Jovens e de Mulheres Negras, o Olodum e o Conen (Coletivo Nacional de Entidades Negras).


Raimundo Bujão, que integra o MNU, esteve no encontro e explicou ao Portal Vermelho que a decisão do movimento negro de se posicionar sobre as eleições deste ano é uma necessidade e responsabilidade política. Segundo ele, as pautas da população negra, historicamente defendidas pelas entidades, só tiveram uma atenção a partir da Era Lula, iniciada em 2003. Portanto, manifestar apoio a Dilma é “externar o reconhecimento por tudo que tem sido feito para o segmento”.


“Ao nosso olhar, o nosso segmento começa a ser incluído a partir de 2003. Muitas das políticas públicas que estão em curso sempre foram defendidas pelo movimento negro, mas eram rejeitadas pelos governantes. Políticas como o Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego], as cotas [nas universidades e em concursos públicos], Água para todos, Luz para Todos, atingem, principalmente, o povo negro. Todos nós sabemos”, defendeu Bujão.

O militante também criticou a candidatura de Marina Silva, do PSB. Para ele, Marina pode representar a interrupção do ciclo de mudanças que a população negra brasileira tem experimentado, na última década. “Temos muito o que conquistar, mas não vamos nos aventurar em nome de uma ação midiática”, completou.

O encontro das entidades aconteceu logo após a reunião que Marina Silva fez, no último sábado (20), também em Salvador, com lideranças do movimento negro da cidade. A tentativa de candidata do PSB de se aproximar do segmento, porém, não foi exitosa, pela pouca adesão dos militantes ao evento.

De Salvador, Erikson Walla, para o Portal Vermelho

Dilma afirma na Bahia que Marina é neoliberal e conservadora

“Sei no meu coração que a Bahia vai fazer diferença na minha eleição, como fez em 2010″, disse Dilma.
“Sei no meu coração que a Bahia vai fazer diferença na minha eleição, como fez em 2010″, disse Dilma.

Na manhã de ontem, quinta-feira (25), a presidenta e candidata à reeleição Dilma Rousseff deu uma coletiva em Feira de Santana, na Bahia, antes da caminhada com o candidato ao governo do estado, Rui Costa e do candidato ao Senado, Otto Alencar. "Das 36 milhões de pessoas que deixaram a pobreza extrema nos últimos 12 anos, 20 milhões e 300 mil pessoas foram aqui do nordeste", ressaltou. Dilma explicou ainda Marina apresenta um modelo de política econômica extremamente conservador e neoliberal..


Dilma iniciou a coletiva dizendo que está muito feliz com que o governo dela fez no nordeste, região que passou por uma das maiores secas dos últimos tempos. Como disse a presidenta "a oferta de água se tornou uma oferta para nós. Nós conseguimos passar essa seca, nos baseando em duas coisas: primeiro, as políticas de proteção social foram capazes de garantir renda e hoje não se vê aquelas cenas terríveis do passado, quandp se via pessoas invandindo supermercados, invadindo feiras em busca de alimentação que não tinham por conta da falta de água. Em segundo lugar, nós também providenciamos uma ação emergencial". 

"Na ação emergencial, nós fizemos 1 milhão de cisternas. Aqui na Bahia, foi o local onde mais se fez cisternas. Além disso, nós fizemos uma medida muito importante, que foi o seguro garantia Safra".

Dilma disse ainda que se orgulha muito dos programas sociais que ela fez em parceria com o governo da Bahia, mas principalmente em parceria com a população da Bahia, por exemplo "Os 1360 médicos do programa Mais Médicos, que dão cobertura para mais de 4 milhões e 700 mil baianos, sendo que 27% desses médicos, estão aqui, em Feira de Santana".

Propostas macroeconômicas
A presidenta aproveitou para criticar as propostas macroeconômicas do programa de governo de Marina e para alfinetar seus assessores. "O grande problema da candidata (Marina) é que um dia eles (integrantes de sua campanha) dizem uma coisa, outro dia dizem outra", ironizou. "Mas ela apresenta um modelo de política econômica extremamente conservador e neoliberal. Ela pretende atender prioritariamente aos bancos, como deixou claro no programa dela sobre a independência do Banco Central. No Brasil, independentes só são os Poderes da República, Legislativo, Executivo e Judiciário. Ela já falou em flexibilizar salários, em reduzir o papel dos bancos públicos. Se reduz o papel dos bancos públicos, não tem Minha Casa, Minha Vida, não tem programa de Agricultura Familiar, não tem programa de incentivo à indústria, não tem emprego."

Ajuste fiscal
Dilma disse também que não acredita em choque fiscal. "Não é necessário da forma que a candidata (Marina) diz que fará, pois o Brasil não está desequilibrado, não tem crise cambial. O Brasil passa, como o resto do mundo, por um processo de crise que nós não combatemos igual a eles (outros países) e sim garantindo emprego e investimento", afirmou a presidenta.

Segundo ela, se alguém propõe um ajuste fiscal tem que mostrar onde vai cortar. "Vai cortar o quê, os programas sociais, o bolsa família? Choque fiscal é o quê? Um baita ajuste que se corta tudo para pagar juros dos bancos? Não é necessário. O Brasil tem uma das menores dívidas líquidas sobre o Produto Interno Bruto do mundo, 34%. Todo o resto do mundo tirando uns seis países, tem dívida líquida acima de 100% ou perto de 100%. Focar falando de choque fiscal é uma forma perigosa e eleitoreira".

Programas sociais
Num dos momentos mais emocionantes da coletiva, a presidenta Dilma disse se orgulhar muito do fato de o Pronatec ter matriculado mais de 500 mil de pessoas e do governo ter levado cinco universidades federais para a Bahia, além dos 18 novos campos universitários e as mais de 21 novas escolas técnicas.

Dilma encerrou a coletiva com um dado muito importante para todos nós, que estamos comemorando a saída do Brasil do Mapa da Fome mundial: "Das 36 milhões de pessoas que deixaram a pobreza extrema nos últimos 12 anos, 20 milhões e 300 mil pessoas foram aqui do nordeste".

Na sequência Dilma saiu pra caminhada pelas ruas de Feira de Santana e finalizou sua estada na cidade, com um mini comício onde repetiu estar muito orgulhosa de estar na cidade e que espera ganhar essas eleições pra poder ir de avião, inaugurar a ampliação e modernização do Aeroporto de Feira de Santana.

"Um dos meus maiores compromissos com um programa chamado Juventude Viva. Que tem como objetivo [também] de impedir a morte de nossa juventude negra. Acabar com autos de resistência. Serei sempre uma pessoa comprometida com grandes valores morais, como é o caso da garantia de oportunidades iguais pra cada brasileiro e cada brasileira", disse.

“Feira de Santana vai se transformar cada vez mais num centro logístico para a Bahia e todo o Nordeste”, afirmou Dilma. No município baiano, com recursos federais, estão sendo duplicadas as BRs 101 e 116, que ligam Feria de Santana a Sergipe e Pernambuco, respectivamente; além das obras de melhoria do aeroporto da cidade.

Campanha estadual
Jaques Wagner, governador da Bahia, pediu voto para a presidenta pois o estado e o Brasil melhoraram no governo dela e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Já Rui Costa afirmou que o povo de Feira de Santana não quer voltar atrás. “A Bahia quer mais, Feira quer mais, quer mais saneamento, mais aeroporto, e por isso vota 13!”, exclamou Rui.

Com informações do Portal Dilma via Vermelho

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

ECONOMIA SE MANTÉM EM PLENO EMPREGO NO BRASIL

Taxa de desemprego em agosto ficou em 5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), anunciada pelo IBGE nesta quinta-feira 25; taxas completas de julho, junho e maio, que não haviam sido divulgadas anteriormente devido à greve dos servidores do instituto, são de 4,9%, 4,8% e 4,9%, respectivamente; presidente Dilma comemorou ontem, em discurso na abertura da Assembleia Geral da ONU, que o Brasil resistiu à crise internacional gerando milhões de empregos e estimulando a renda; "Enquanto o mundo desempregava centenas de milhões de trabalhadores, o Brasil gerou 12 milhões de empregos formais", disse

247 – A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) divulgada nesta quinta-feira 25 pelo IBGE corrobora o discurso da presidente Dilma Rousseff de que o Brasil vive uma situação de pleno emprego. Ontem, em discurso na abertura da 69ª Assembleia Geral da ONU, em Nova York, ela voltou a comemorar a criação de vagas formais nos últimos anos, especialmente diante da crise internacional.
"No período da crise, enquanto o mundo desempregava centena de milhões de trabalhadores, o Brasil gerou 12 milhões de empregos formais", disse a presidente. "Continuamos a distribuir renda, estimulando o crescimento e o emprego, mantendo investimentos em infraestrutura", acrescentou, lembrando também em seu discurso que nesse período a renda cresceu e a desigualdade caiu.
No último dia 11, ao comemorar os dados do Caged, que registrou a criação de 101.425 empregos formais em agosto, Dilma afirmou que "o emprego no Brasil tem se mantido, apesar de todas as flutuações". A presidente se disse "extremamente satisfeita" com o dado, segundo ela, "bastante razoável" para a época do ano e para o quadro de crise de emprego das maiores economias do mundo.
Leia abaixo reportagem da Agência Brasil sobre a PME:
Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil
A taxa de desemprego em agosto deste ano ficou em 5%, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), anunciada hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A entidade também divulgou hoje as taxas médias completas de julho (4,9%), junho (4,8%) e maio (4,9%), que haviam sido informadas anteriormente sem os dados de todas as regiões metropolitanas, devido à greve dos servidores do instituto, que terminou em agosto.
Normalmente, a PME é feita em seis regiões metropolitanas: Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.
No entanto, devido paralisação, os números divulgados em maio, junho e julho não incluíam as taxas de Salvador e Porto Alegre. Sem os dados das seis capitais, o IBGE não pôde divulgar uma média nacional.
Fonte: Brasil 247

Imagens exclusivas do ato de artistas e intelectuais em apoio a Dilma

Fonte: Vermelho


A TV Vermelho compareceu ao ato de artistas e intelectuais em apoio a reeleição da presidenta Dilma Rousseff realizado na capital do Rio de Janeiro. Confira as imagens exclusivas da TV Vermelho.