quarta-feira, 19 de junho de 2013

Deputados do PCdoB declaram apoio às manifestações de rua

Os deputados do PCdoB ocuparam a tribuna da Câmara esta semana para declarar apoio às manifestações de rua ocorridas recentemente no país afora. A líder do Partido em exercício, deputada Alice Portugal (BA), disse que “o nosso partido está perfilado com a luta do povo em defesa dos seus direitos. Isso está na nossa matriz original deste partido com mais de 90 anos de existência, o mais antigo em exercício político no Brasil”. 


E, a exemplo do que fez o senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), no Senado, cobrou do Parlamento a votação de matérias que atendam as reivindicações do povo. “Temos que constituir uma pauta adequada para abraçar este momento de mobilização das ruas de onde nós saímos; abraçar a pauta dos 100% dos royalties; pedir ao Senado que vote os 10% do PIB para a educação; garantir a votação do projeto que desonera o setor de transportes no Brasil”.


A deputada Jandira Feghali (RJ-foto) reafirmou as palavras de Alice, destacando a importância de interpretar o recado do povo para fortalecer as conquistas sociais no Brasil. “Por isso, o PCdoB escuta com muita clareza e participa das lutas populares”, dizem as parlamentares. Ela disse ainda que as preocupações não devem se restringir a melhoria do transporte público, “que é muito ruim, muito desqualificado e caro”, avaliou.

Segundo ela, as manifestações devem levar a um debate e busca de solução para uma série de questões no Brasil que precisam ser revistos e melhorados. E destacou a democratização da comunicação, que permita que todas as opiniões possam circular livremente no país.

“Não é só isso (transporte público) que mobiliza os jovens, cidadãos e cidadãs nas ruas do País, há uma série de demandas que nós consideramos justas e democráticas, demandas que devem ser ouvidas por este Congresso Nacional, demandas que estão na nossa pauta”, anunciou Alice Portugal.

Verdadeira cidadania























Os parlamentares do PCdoB lembraram ainda que o direito à manifestação é assegurado pela Constituição e é essencial à verdadeira cidadania. “Violência contra manifestações não combina com democracia”, afirmou o deputado Chico Lopes (PCdoB-CE), que, de Genebra, na Suíça, onde participa da 102ª Conferência Internacional do Trabalho, da OIT, comentou as recentes manifestações realizadas em diversas cidades brasileiras, que vêm levando às ruas centenas de milhares de pessoas.

“Lutamos durante muitos anos para que o povo brasileiro tivesse direito de se expressar, se manifestar, levantar sua voz para mudar a sociedade”, destaca Chico Lopes, citando a importância dos direitos de reunião, expressão e manifestação, essenciais à plena cidadania, conquistados após 21 anos de regime ditatorial no País.

“A juventude que ganha às ruas merece respeito, na luta que se renova, por um Brasil melhor”, acrescenta Chico Lopes, enfatizando que as diversas bandeiras levantadas pela juventude não devem ser motivo de repressão, e sim chamar a atenção e motivar reflexões por parte de toda a sociedade, quanto à democracia e à busca de melhores condições de vida e mais direitos sociais.

“É também um momento importante para discutir a realidade da comunicação no Brasil, a forma como as manifestações foram abordadas no início e como estão sendo mostradas agora, pelos meios de comunicação. Assim como o papel da Internet, das redes sociais, ajudando na mobilização de tantas pessoas que saem do computador e vão pra rua, se manifestar, defender suas bandeiras”.

Novo alento

Para o deputado Protógenes Queiroz (PCdoB-SP), que divulgou uma nota avaliando as manifestações, ele ganhou um novo alento com os últimos acontecimentos que se espalharam por todo o país. “Parabenizo às centenas de milhares de Brasileiros que tiveram a coragem de protestar nas ruas, e os milhões que através das redes sociais, se uniram dando voz às suas indignações e seus anseios”.

“Aos líderes e participantes mais ativos destes movimentos em todo o Brasil, e a todos aqueles que, como eu, simpatizam-se com esse novo despertar, lembro que tem em mim, um aliado, e uma voz em Brasília. Contem comigo para ombro a ombro, caminharmos firme pacificamente em direção a um Brasil com mais liberdade, mais justiça, mais fraterno e igual”, diz na nota do deputado.

Da Redação do Vermelho em Brasília

terça-feira, 18 de junho de 2013

Reunião na FTC discutiu transporte público em Itabuna

Organizada pela União dos Estudantes do Brasil (UEB) foi realizada no auditório da FTC em Itabuna reunião com o secretário de Transporte e Transito Clodovil Soares para discussão sobre o aumento da tarifa de ônibus e a qualidade no serviço de transporte coletivo do município. Estiveram presentes representantes dos grêmios estudantis dos colégios Ciso, Modelo, Ciomf, da União da Juventude Socialista (UJS), da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Regional Sul da Bahia) e os sindicatos dos Bancários, Comerciários, Sindicacau, Federação dos Bancários da Bahia e Sergipe, Servidores Municipais, Têxteis e Calçadistas, Conselho Municipal de Transporte e da Direc 7.
Durante a reunião os representantes das entidades questionaram a qualidade nos serviços de transporte públicos, a transparência das planilhas apresentadas pelos empresários em reunião com o Conselho Municipal de Transporte, a necessária melhoria nos serviços e se posicionaram contra o aumento das passagens de ônibus, reorganização do Conselho Municipal de Transporte, tarifa zero para os estudantes, acessibilidade, mobilidade urbana, melhoria das vias e dos pontos de ônibus existentes na cidade.
Clodovil Soares, secretário de Transporte e Transito de Itabuna
O representante da Prefeitura de Itabuna argumentou que pela primeira vez uma nova gestão não tem compromisso com os donos das empresas de ônibus na cidade e por isso a gestão municipal vem insistindo junto com as empresas na necessidade urgente de melhoria do serviço de transporte. Para isso será realizado um estudo sobre o índice de gratuidade e também fiscalização dos registros das catracas dos ônibus em circulação no município para se ter a real dimensão da situação do setor daquilo que é apresentado pelos empresários. Porém, o secretário defendeu a proposta do governo municipal de aumento de 9,32%, o que elevaria a tarifa para R$ 2,40 (dois reais e quarenta centavos). Vale lembrar que a proposta aprovada pelo Conselho Municipal de Transporte foi de R$ 2,50 (dois reais e cinquenta centavos).
Após a reunião foi formada uma comissão para reunião com o prefeito Claudevane Leite na próxima semana, sem data definida.

Em nova manifestação, CTB defende manutenção do preço da tarifa de ônibus em Itabuna


A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Regional Sul da Bahia) realiza nesta quarta-feira, 19/06, nova manifestação, a partir das 10 horas, na Praça Adami exigindo qualidade no serviço de transporte público e dos serviços de saúde e educação, além de reivindicar a não cobrança dos pedágios na BR 101.
A CTB defende que o preço da passagem de ônibus não sofra aumento e exige melhor qualidade no serviço de transporte coletivos de Itabuna através da renovação da frota, regularidade nos horários e criação de novas linhas, fim do ônibus sem a presença de cobradores, garantia de acessibilidade, recuperação das vias e dos pontos de ônibus e uma ampla discussão sobre mobilidade urbana.

Além disso, a CTB também preconiza a transparência na formulação das planilhas das empresas e nas licitações e a renovação e atualização do Conselho Municipal de Transporte.

Segundo Jorge Barbosa, coordenador da CTB, as manifestações em todo o país são legítimas ao reivindicar a melhoria nos serviços públicos. Contudo, temos que observar que determinados segmentos estão tentando utilizar o movimento no sentido de atacar a popularidade da presidenta Dilma e buscar a desestabilização de um governo legitimamente eleito e que não faz coro com o estabelecimento do imperialismo. Muito pelo contrário, é um governo que busca uma alternativa à unipolaridade neoliberal comandada pelos Estados Unidos e que tem levado à crise financeira e econômica do capitalismo acentuadamente na América do Norte e na Europa.
Leia abaixo nota pública da CTB/Regional Sul da Bahia pela transparência e qualidade no serviço de transporte público de Itabuna:

Mais de 50 mil pessoas em Nova York não têm onde morar

Foto: divulgação

Mais de 50 mil pessoas na cidade de Nova York vivem em albergues públicos ou nas ruas e quase a metade são crianças, destaca hoje um editorial do jornal The New York Times. Esta situação é mais grave agora que em 2002 quando tomou posse o prefeito da cidade, Michael Bloomberg, e inclusive pior que durante a crise da década de 1980.


A população que vive em abrigos aumentou em 61% desde que o prefeito assumiu, devido ao incremento das famílias que perderam suas moradias por dificuldades financeiras a partir de 2008.

A alta destas cifras contradiz as afirmações de que a cidade de Nova York se converte de maneira sustentada em um lugar melhor para viver e que o governo local ajuda com mais recursos e eficiência atualmente seus cidadãos a enfrentar suas necessidades básicas, agrega o jornal.

Alguns prefeitos anteriores enfrentaram o problema com a ajuda de programas federais, que permitiam a famílias em abrigos alugar apartamentos de propriedade pública, e assim o fez Bloomberg, mas os subsídios terminaram abruptamente em 2011, e os afetados começaram a regressar aos albergues.

Mais de uma centena de organizações comunitárias nova-iorquinas criaram uma coalizão em abril passado para chamar a atenção para esta crise, reclamar a restauração dos subsídios para o aluguel de apartamentos econômicos e proporcionar serviços legais às famílias expulsas de seus lares por falta de pagamentos.

O jornal destaca o contraste entre os bairros de pessoas endinheiradas e os setores do sul do Bronx e outros lugares da cidade onde dezenas de milhares de moradores vivem fora da vista e da mente dos mais favorecidos.

O editorial do The New York Times aponta que Bloomberg ficará só mais seis meses em seu posto depois de 12 anos à frente do governo da cidade, pelo que esta crise terá que ser resolvida por quem o substituirá no cargo.

As eleições para a prefeitura de Nova York estão previstas para novembro de 2013, e segundo as leis Bloomberg não pode aspirar a um quarto mandato.

Prensa Latina via Vermelho

O povo nas ruas, a defesa da democracia e de direitos sociais

Crédito: Globo.com
Na última segunda-feira (17), em diversas capitais do Brasil ocorreram manifestações juvenis e populares para protestar contra os aumentos das tarifas de ônibus, metrô e trens urbanos. 

Marcadas pelo espontaneísmo e combatividade, os protestos soaram também como grito de alerta para diversos problemas sociais que afetam a vida urbana nos dias atuais. O movimento, cujo início parecia ser mais um protesto contra o alto preço e a péssima qualidade dos transportes públicos em São Paulo, fruto de desastrosas administrações municipais e estaduais, começa a extravasar o objetivo inicial e ganha um sentido político que não tinha. 

As manifestações desta segunda foram também uma contundente resposta à violência policial-militar desencadeada contra as demonstrações anteriores, sobretudo em São Paulo, onde a Polícia Militar sob as ordens do governador neoliberal e conservador do estado, parece estar em guerra contra o povo. Há muito tempo não ocorria tamanha violência contra manifestantes: ação da tropa de choque que usou e abusou das chamadas armas não letais – balas de borracha e bombas de gás lacrimogênio e de efeito moral. A tropa ensandecida desmandou-se em agressões físicas deixando um saldo de centenas de pessoas feridas. As manifestações evoluem para a demonstração do repúdio à repressão, à arbitrariedade da PM, pela defesa da Constituição, da democracia e pela garantia do direito de manifestação em local público e aberto. Este é o sentido político que vai ganhando corpo e mobilizando milhares de pessoas que, cada vez mais, demonstram sua indignação. A defesa destes direitos é fundamental para a democracia. 

A compreensão política da população avançou nestes dias em que a polícia, cuja função deveria ser a manutenção da ordem e da segurança dos cidadãos, se notabilizou como o principal fator de desordem.

Igualmente, a sequência de manifestações contra os aumentos das tarifas dos transportes e pela melhoria da sua qualidade deve servir de lição para os titulares de administrações municipais eleitos por partidos de esquerda e respaldados pelos movimentos sociais. Fora das instâncias de poder a esquerda é porta-voz do grito das ruas. No poder, não pode ser insensível a este, deve-se obrigar a auscultar o povo. Fechar-se em Palácio sob o argumento de que não dialoga enquanto os manifestantes não deixarem as ruas é um método estranho ao modo de governar democrático e popular.

As manifestações, inicialmente convocadas pelo Movimento do Passe Livre, têm contado com a presença maciça das organizações estudantis e juvenis, a começar pelas prestigiosas UNE e Ubes e suas correlatas nos estados e municípios, o que só adiciona força e credibilidade à que originalmente possui o Movimento do Passe Livre. Observa-se ainda a presença das juventudes partidárias de esquerda, o que também imprime conteúdo político e ideológico ao movimento.

Por outro lado, as forças de direita, a partir dos meios de comunicação, que estão dando amplo espaço à divulgação das manifestações, mostram-se interessadas em instrumentalizar o movimento espontâneo como massa de manobra para fins oposicionistas e desestabilizadores em relação ao governo da presidenta Dilma Rousseff. Pescam em águas turvas, fazem analogias com movimentos sociais de outras latitudes e propõem artificialmente outras bandeiras de luta funcionais aos seus interesses.

Os partidos de esquerda que dão sustentação ao governo da presidenta Dilma Rousseff, assim como os movimentos sociais dirigidos por militantes desses partidos, têm no novo momento inaugurado pela mobilização social uma oportunidade de mobilizar o povo em torno de bandeiras amplas e justas, próprias de uma plataforma de esquerda, que propiciem a unidade popular para fazer o país avançar no rumo do aprofundamento da democracia e do atendimento das reivindicações populares.


Fonte: Vermelho

Governo quer manter diálogo para entender anseios, diz Carvalho

O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, disse ontem, segunda-feira (17) que o governo federal quer manter diálogo com os movimentos para entender “anseios importantes” que têm levado milhares de brasileiros às ruas de todo o país.


“O governo está preocupado com as manifestações, está buscando entendimento e, sobretudo, interessado em abrir o diálogo direto com as manifestações, entendendo o novo significado delas, que são de natureza diferente daquelas com as quais estávamos acostumados a lidar”, avaliou.

Segundo Carvalho, a nova configuração dos movimentos que vão às ruas, sem lideranças ou representantes únicos, torna mais complexa as tentativas de diálogo. “As velhas formas de mobilização são cada vez mais substituídas por essas novas formas, não há mais, como nos movimentos tradicionais, uma direção centralizada ou determinada por um comando, isso faz com que o diálogo, sobretudo em momentos de tensão, torne-se mais difícil”.

O ministrou citou o protesto do último sábado (15) em Brasília, que terminou com confronto entre policiais e manifestantes e disse que a orientação do governo é para que o espaço de livre manifestação seja garantido, sem repressão. “A orientação da presidenta Dilma é para que continue em Brasília o clima que nós sempre tivemos, esse clima de livre manifestação, de evitar qualquer forma de repressão”

O ministro afirmou que está acompanhando os protestos nos estados e que já percebeu avanços na negociação entre autoridades e manifestantes sobre a realização dos eventos. 


Informações da Agência Brasil via Vermelho

Manifestantes ocupam principais avenidas nas capitais do Brasil

Manifestantes ocupam Avenida Rio Branco,
 no centro do Rio de Janeiro (Foto: Instagram)

A Avenida Rio Branco, no centro do Rio, está completamente tomada por manifestantes que protestam contra o aumento das passagens de ônibus. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, houve confronto entre manifestantes e a Tropa de Choque da Polícia Militar. Em Brasília, manifestantes ocupam o gramado do Congresso Nacional. A manifestação ocorre simultaneamente em várias outras cidades do país, como em São Paulo, Natal, Salvador, Santos, Belém, Campinas e em Florianópolis.

A manifestação ocorre de forma pacífica. Os participantes gritam "Sem violência" e "Vem pra rua, vem contra o aumento". Muitas pessoas acompanham das janelas dos escritórios a passagem do protesto e jogam papel picado.

A ouvidoria da OAB-RJ disponibilizou um telefone 24 horas para atender manifestantes pacíficos que sejam desrespeitados por agentes oficiais durante o protesto na cidade. O policiamento foi reforçado. Os policiais militares acompanham o movimento. A Tropa de Choque não está no local.

Confronto próximo a UFMG, em Belo Horizonte

A Tropa de Choque da Polícia Militar entrou em confronto com os manifestantes que fecham, desde o início da tarde desta segunda-feira (17), a Avenida Antônio Carlos, em Belo Horizonte. As primeiras informações são de que os militares usaram bombas de gás lacrimogêneo e de efeito moral para dispersar o grupo de cerca de 10 mil pessoas que marchava rumo ao Mineirão. A confusão começou próximo à UFMG, na Região da Pampulha, quando alguns jovens tentaram furar o bloqueio para subir a Avenida Abrahão Caram.

Do local, manifestantes relatam, além das bombas, o uso de spray de pimenta e de balas de borracha pelos militares. Até o momento, não há informações sobre feridos. Depois que a ação da Polícia Militar começou, os jovens revidaram arremessando pedras e colocando fogo em alguns objetos na avenida.

O clima no local é tenso desde a primeira barreira feita pela Tropa de Choque, próximo ao Anel Rodoviário. De acordo com o major Augusto Xavier, a orientação do Comando de Polícia é de parar os manifestantes antes do Mineirão. Mais cedo, em conversa com os líderes do movimento, o Major Gilmar Luciano dos Santos, chefe da Sala de Imprensa da PM, tinha acenado que a corporação iria garantir o direito ao protesto próximo ao estádio, desde que não fosse invadido o chamado "setor amarelo", reservado para quem adquiriu ingresso para a partida de futebol.

Em Brasília

Manifestantes estão concentrados no gramado do Congresso Nacional. O protesto tem demandas diversas, como recursos para educação, saúde, passe livre no transporte público e contra os gastos públicos na Copa das Confederações e do Mundo (2014).

Em Brasília, os manifestantes pedem que a polícia permita o acesso até a rampa do Congresso Nacional. A Polícia Militar (PM) fez um cordão de isolamento em frente à sede do Legislativo.

Com cartazes, faixas e bandeiras do país, o protesto começou, às 17 horas, no Museu da República, no início da Esplanada dos Ministérios. Durante a caminhada, mais pessoas foram aderindo à manifestação, que é acompanhada pelos policiais. O protesto foi organizado pelas redes sociais.
Com informações da Agência Brasil e Correio Braziliense