sexta-feira, 3 de maio de 2013

Doença mental é drama na rotina dos bancários


Trabalhadores com carreiras promissoras são vítimas da competitividade exacerbada, das metas abusivas e do modelo organizacional equivocado dos bancos
São Paulo – Tonturas, irritações frequentes, pesadelos, palpitações, falta de ar e outros sintomas que parecem isolados, mas que podem tornar-se depressão, transtorno bipolar, síndrome do pânico e outras doenças mentais. E tudo isso pode estar ligado ao trabalho do bancário. O Dia Mundial da Saúde Mental do Trabalhador é 10 de outubro e segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo.

A categoria bancária é uma das que mais adoece no país e os transtornos mentais estão entre os mais frequentes motivos. Quando o funcionário não é a vítima, o colega ao lado pode ser, e a falta de apoio é um dos principais agravadores da situação. Para a psicóloga Renata Paparelli, professora e supervisora de estágios de Saúde do Trabalhador do curso de Psicologia da PUC-SP, esse adoecimento é causado por conta do assédio organizacional. “São práticas de gestão voltadas para a produtividade que abrem espaço para o assédio moral. É uma espécie de afrouxamento dos valores éticos da empresa e isso se materializa muito na questão das metas abusivas.” A profissional aponta que o bancário que adoece é rechaçado porque ele “é uma denúncia viva do que acontece dentro desse modelo organizacional”.

Mais uma vítima – Entre esses milhões de vítimas, está um bancário do Banco do Brasil afastado – entre breves voltas e novos afastamentos – desde 2008. “Prestei concurso e este foi o meu primeiro emprego. Dez anos depois, comecei a ter palpitações, procurei um cardiologista, mas o problema era psicológico: eu estava em depressão diante da pressão e da competitividade exacerbada que eu sofri.”

E tal realidade vivida pelo jovem bancário de 34 anos, é o resultado do sentimento dos trabalhadores que responderam à pesquisa sobre saúde da categoria divulgada em 2011, que aponta: 65% dos trabalhadores das agências, 63% dos gerentes e 52% dos que trabalham nas grandes concentrações sentem-se excessivamente pressionados. “O adoecimento é determinado por várias questões, inclusive o funcionamento da empresa. O que as instituições financeiras praticam é a criação de uma ilusão em que quem atinge meta é eficiente, que o mundo é feito de vencedores e essa vitória significa produtividade”, alerta a secretária de Saúde do Sindicato, Marta Soares, lembrando que o Sindicato luta para alterar essa realidade todos os dias. “Conquistas importantes ajudam a proteger o trabalhador, como o instrumento de combate ao assédio moral e o direito do afastado de receber adiantamento salarial enquanto não sai o benefício do INSS.”

Metas, fusões e adoecimento – A psicóloga Renata Paparelli, que também coordena os Encontros de Saúde dos Bancários na sede do Sindicato, salienta que os trabalhadores adoecem, em sua maioria, por conta de processos de fusão entre bancos ou por conta de pressão por metas. “As fusões intensificam essa guerra de ‘todos contra todos’, individualizam os problemas e destacam a competitividade exacerbada”, explica a psicóloga.

“No entanto, enquanto nas instituições privadas os bancários são obrigados a atingir metas cada vez maiores, nos bancos públicos eles são pressionados e ameaçados a perder comissões e cargos.”

Culpa é dos bancos – “Quando adoeci, me senti culpado, me senti fraquejado.” A fala do bancário do BB demonstra exatamente o sentimento dos trabalhadores adoecidos. “Até hoje tenho pesadelos com o gerente xingando e assediando a equipe. Alguns colegas de trabalho achavam que o problema era eu e não o banco”.  Renata Paparelli ressalta: “Eles se sentem culpados. Eu não conheço nenhum trabalhador com algum transtorno ou sofrimento psíquico que não tenha sido excelente trabalhador. Trata-se de pessoas muito dedicadas, que acreditam na empresa. Quando adoece, por conta do modelo de gestão do banco, a decepção é muito grande. Não se trata de fraqueza, de algo individual, mas de um trabalho penoso, produtor de sofrimento psíquico. Quando essa engrenagem, que é o trabalhador, adoece, é colocada de lado, como uma sucata. Toda a sua história no banco é descartada”, completa a psicóloga, alertando que esta é uma prática totalmente equivocada das instituições financeiras.
Fonte: Seeb/SP

REINALDO AZEVEDO SAI EM DEFESA DE LOBÃO


quinta-feira, 2 de maio de 2013

PSB e PCdoB fazem reunião conjunta como fundadores da CTB

A reunião entre comunistas e socialistas
 discutiu o congresso da CTB em agosto.

O presidente do PCdoB, Renato Rabelo, e o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral, realizaram na última semana em Brasília, a primeira reunião conjunta com os dirigentes da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), a central sindical que desde 2007 reúne os socialistas e os comunistas. Os dois dirigentes partidários destacaram a importância de serem co-fundadores da Central e avaliaram muito positivamente as atividades realizadas nestes cinco primeiros anos de existência.
No encontro foi feita uma avaliação dos trabalhos atuais e discutidas as perspectivas de ação daqui para a frente, em especial a organização de um programa de atividades. Roberto Amaral avaliou como “extraordinário” o trabalho da CTB nesses primeiros cinco anos de atividade.
Acompanhados do vice-presidente da CTB, Vicente Selistre, e do secretário Nacional Sindical do PCdoB, Joílson Cardoso, a CTB discutiu os preparativos para o seu congresso nacional ordinário convocado para agosto, no qual irá eleger a nova direção e discutir as suas teses. “Este congresso é que vai fixar as metas e os novos programas de trabalho da CTB, aí os partidos não interferem”, afirmou o vice-presidente do PSB.
Ele lembrou que a aliança entre os socialistas e os comunistas não se restringe à co-fundação da CTB . “Temos uma história longa de colaboração entre os dois partidos. A primeira eleição de que o PSB participou após refundado, em 1985, foi no Rio de Janeiro e coligado com o PCdoB, que também sempre acompanhou os governos do nosso presidente Miguel Arraes, quando governador de Pernambuco; o primeiro bloco que nós fizemos na Câmara dos Deputados foi com o PCdoB, então, nós temos uma relação profunda de trabalho conjunto – no movimento sindical, no movimento de base em geral e no movimento estudantil”, destacou.
De acordo com Amaral, uma das primeiras discussões que a CTB quer promover pelo Brasil todo já na primeira quinzena de maio, logo após as comemorações do Dia do Trabalhador, é em torno dos 70 anos da Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), completados justamente no dia 1º de maio. “A CLT tem dois significados importantíssimos – o primeiro é sua importância como legislação em si, pelos avanços que trouxe aos direitos e garantias dos trabalhadores brasileiros. E o segundo vem quando a consideramos de forma relativa à importância que ela teve em 1943”, avalia.
Inovadora legislação
“Se ainda hoje, no terceiro milênio, em 2013, as forças reacionárias do tucanato insistem em combater a CLT, imagine o que foi a recepção dessa inovadora legislação em 1943, quando o Brasil apenas iniciava o seu processo tardio de industrialização, em plena Segunda Guerra Mundial”, compara Roberto Amaral.
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) é a principal norma legislativa brasileira referente ao Direito do Trabalho e ao Direito Processual do Trabalho. Ela foi criada através do Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, e sancionada pelo então presidente Getúlio Vargas durante o período do Estado Novo, unificando toda legislação trabalhista então existente no Brasil.
O termo “celetista”, que costuma ser utilizado para denominar o indivíduo que trabalha com registro em carteira de trabalho, deriva da sigla CLT.
Da Redação do Vermelho em Brasília - com informações da Ass. de Imprensa do PSB Nacional
Fonte: Blog do Renato Rabelo - http://renatorabelo.blog.br

OIT diz que Bolsa Família reduz trabalho infantil


De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, o programa reduziu em 8,7% a quantidade de crianças trabalhando no campo e 2,5%, nas áreas urbanas
Brasília – O Programa Bolsa Família contribui para a redução do trabalho infantil no país, declarou a Organização Internacional do Trabalho (OIT) por meio de seu Informe Mundial sobre o Trabalho Infantil, divulgado na segunda-feira 29.

No Brasil, há aproximadamente 3,4 milhões de jovens entre 10 e 17 anos no mercado de trabalho, segundo Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010. De acordo com o informe da OIT, o Bolsa Família, desde a sua criação, reduziu em 8,7% a quantidade de crianças trabalhando no campo e 2,5%, nas áreas urbanas.

Segundo a organização, políticas de proteção social, como o programa brasileiro, são cruciais no combate a esse tipo de trabalho, que atinge cerca de 215 milhões de crianças no mundo – dos quais mais da metade exerce atividades consideradas perigosas.

"O relatório demonstra claramente que investir na proteção social por meio dos pisos definidos em nível nacional é uma parte fundamental da resposta na luta contra o trabalho infantil, que inclui também o acesso a empregos decentes para os adultos e a educação para as crianças", disse a diretora do Programa Internacional para a Eliminação do Trabalho Infantil da OIT, Constance Thomas. Estimativas apontam que cerca de 75% da população mundial - 5 bilhões de pessoas - não têm acesso à proteção social integral.

Para a organização, a dinâmica do trabalho infantil obedece a vulnerabilidade de áreas associadas à pobreza, contra a qual a seguridade social desempenha papel fundamental para a sua mitigação. Segundo o informe da OIT, em lugares pobres, onde há pouco acesso ao crédito, as famílias recorrem ao trabalho infantil para satisfazer suas necessidades básicas e combater as incertezas do contexto econômico.

A pobreza é o principal fator sobre o qual a OIT justifica a importância de pisos e sistemas de seguridade social que incluam programas públicos de emprego, de proteção à saúde e às pessoas com deficiência, de seguro-desemprego e de seguridade adaptada à infância.
Fonte: Seeb/SP

Funcionários em trabalho escravo são resgatados em Ilhéus

Foto: Divulgação (Google)

O Ministério Público do Trabalho (MPT) resgatou, em Ilhéus, no Sul do estado, os cinco funcionários flagrados trabalhando em condições degradantes na construção de um ginásio de esportes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia (Ifba) do município. A empresa responsável pela obra é a NTR Engenharia, contratada pelo instituto.


De acordo com o MPT, os trabalhadores foram encontrados na semana passada, vivendo em um casebre que ficava no limite do canteiro de obras, sem acesso a água potável, iluminação e ventilação. Os fiscais também apontaram que o local não possuía espaço para a preparação e armazenamento de refeições, nem para dormir.

O relatório dos fiscais do ministério diz, ainda, que o alojamento “sequer tinha porta nos fundos e os trabalhadores dormiam em vigília, com receio da entrada de animais peçonhentos e de estranhos”. O caso está sendo tratado como trabalho escravo.

Em nota, o Ifba repudiou a situação e afirmou já ter cobrado um posicionamento urgente da empresa. O instituto alegou, ainda, que realizava fiscalizações para acompanhar o andamento dos trabalhos, mas que nunca havia identificado o problema.

Os cinco resgatados foram encaminhados à Gerência Regional do Trabalho e Emprego de Ilhéus. Segundo o MPT, as empresas terão que indenizar os trabalhadores por dano moral.


Fonte: Vermelho

Chávez é homenageado nas comemorações deste 1º de Maio em Cuba

Foto: Divulgação (Google)

O líder da Revolução Bolivariana, Hugo Chávez, foi o grande homenageado nesta quarta-feira (1º) em Havana, Cuba, durante a celebração do Dia Internacional dos Trabalhadores. Em meio às comemoração das conquistas revolucionárias na América Latina e no mundo, o nome e Chávez foi lembrado e saudade.



Puxando o desfile, dois banners eram exibidos: um do líder da classe trabalhadora cubana Lázaro Peña, e o outro do comandante Chávez.

A marcha, liderada pelos estudantes, começou com uma concentração na partir da Plaza de la Revolución, em Havana, e foi comandada pelo general-presidente cubano Raul Castro.

O evento foi assistido por mais de 500 mil estudantes de 98 países, representando a Escola Latino-Americana de Medicina (ELAM), onde os jovens de famílias pobres e em áreas remotas do continente estudam com subsídios do governo cubano e, depois de formados, prestam assistência médica a quem nunca teve esse direito.

Além disso, representantes de várias organizações e movimentos de solidariedade à ilha se juntaram às celebrações ocorridas em todas as cidades cubanas.

Milhares de trabalhadores e a população em geral também participaram das comemorações, que exaltaram o socialismo e marcharam juntos para um futuro próspero e sustentável, como a convocação da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC).

Fonte: TeleSur

UBM repudia tentativas de retrocesso aos direitos das mulheres


A União Brasileira de Mulheres (UBM) divulgou uma nota de repúdio diante de fatos que colocam em risco os direito humanos garantidos às mulheres, como a manutenção do pastor Marcos Feliciano na Comissão de Direitos Humanos e o projeto lei que tramita na Câmara Federal que regulamenta o Estatuto do Nascituro, mais conhecido como o bolsa estupro. Abaixo a nota na íntegra.


UBM manifesta repúdio pelas tentativas de retrocesso dos direitos conquistados no Brasil

Está em curso no Brasil uma verdadeira batalha pela defesa de que a Comissão de Direitos Humanos e Miniorias da Câmara Federal avance no sentido da defesa dos direitos da democracia, com respeito aos direitos sexuais e reprodutivos. E o que assistimos é um retrocesso na luta pela construção de uma politica de equidade, justiça sosial e ampliação dos direitos, colocando em xeque os avanços conquistados pelas brasileiras e pelos brasileiros, com a continuidade, à frente da Comissão, do Pastor Marcos Feliciano que tem manifestado publicamente ser homofóbico e racista. Neste processo os movimentos sociais, feministas e de mulheres mobilizam-se e realizam atos para a defesa do respeito aos direitos sexuais e reprodutivos, à liberdade religiosa, à pluralidade cultural, à igualdade racial, aos direitos das pessoas LGBTs e ao direito à memória e à verdade.

Por outro lado, neste mesmo palco de contradições tramita um projeto lei na Câmara Federal de número nº 478/2007, que “dispõe sobre o Estatuto do Nascituro e da outras providências”. Conforme nota de Conceição Lemes, publicado no Viamundo, esse projeto baseia-se na crença de que a vida humana tem início desde a concepção, ou seja, antes mesmo do ovo ser implantado no útero. Visa, assim, estabelecer os direitos dos embriões – os chamados nascituros. Parte, assim, da concepção equivocada de que o nascituro e o embrião humanos teriam o mesmo status jurídico e moral de pessoas nascidas e vivas.

É preciso muita luta dos movimentos sociais para impedir a aprovação deste projeto que derruba qualquer direito de as mulheres decidirem pela interrupção da gravidez, mesmo em caso de risco de vida da mulher, anomalia grave (como anencefalia) e estupros, já garantidos por lei no Brasil.

O mais indignante é que este projeto tem a ousadia de propor uma bolsa para as mulheres vítimas de estupro criarem seus filhos, porém esta bolsa só será viável se a mulher denunciar o estupro. Não à toa é conhecido como “Bolsa Estupro”.

Movimentos feministas e de mulheres que fomentou no século XX ações de luta pelos direitos das mulheres com a defesa das políticas públicas, repudiam iniciativas como esta de cerceamento da liberdade das mulheres, que, na prática, entende o corpo da mulher como propriedade e vem de setores mais retrógrados da sociedade que tentam impedir a efetivação dos direitos de cidadania das mulheres

O avanço rumo à aprovação do chamado “Estatuto do Nascituro”, deve ser visto como ameaça aos direitos das mulheres. Nele, estão reunidas as pautas mais retrogradas e de submissão, ostentadas pelo patriarcado e as instituições que o perpetuam, ao longo dos séculos: controle sobre o corpo das mulheres, a institucionalização da violência sexual e o domínio sobre o destino das mulheres.

Outros movimentos ocorrem na Câmara Federal visando investigar entidades do movimento social que receberam apoio para o desenvolvimento de projetos do campo dos direitos sexuais e reprodutivos também em curso, e é mais uma tentativa de cercear os direitos das mulheres. Conforme nota pública da Marcha Mundial de Mulheres, recentemente foi apresentado requerimento para instalação de uma CPI que teria como objetivo “investigar a existência de interesses e financiamentos internacionais para promover a legalização do aborto no Brasil”, tendo a frente os Deputados João Campos - PSDB/GO e Salvador Zimbaldi - PDT/SP que apresentaram um Requerimento de Instalação de CPI. O Requerimento contou com a assinatura de 178 deputados e deputadas, e tem o parecer favorável da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional e da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Vida.

Esta e outras iniciativas que crescem no atual cenário brasileiro, demonstra mais uma vez que setores retrógradas na sociedade brasileira sempre retomam suas ações, com o intuíto de criminalizar os movimentos sociais que lutam em defesa dos direitos das mulheres.

Os movimentos sociais em Curitiba, tendo a frente o Grupo Dignidade repudiam a proposta da vereadora Carla Pimentel que através do projeto de lei (006.00011.2013) indica a concessão ao pastor Silas Malafaia o título de Cidadão Honorário de Curitiba. Este cidadão não é curitibano e tão pouco tem o mérito de receber esta homenagem. Ao contrário, incita a violência contra os direitos humanos e das mulheres, e da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), conforme pode ser facilmente por suas posições homofóbicas e rascistas, a União Brasiliera de Mulheres repudia tal iniciativa por representar uma agressão a perspectiva dos direitos humanos a uma cultura de paz e de uma sociedade que contemple a diversidade e o respeito à livre orientação.

Estas iniciativas condenam as mulheres à submissão, mantendo-as expostas à violência e ainda reflete a omissão do legislativo diante do aborto como elemento de preservação da vida das mulheres e de garantia da autonomia. É um verdadeiro golpe à democracia, a igualdade e a justiça tão caros às mulheres e aos trabalhadores que lutam historicamente para a conquista de políticas públicas que almejem o avanço da sociedade e condenamos qualquer tipo de retrocesso, além de apoiar as iniciativas do movimento popular para o fortalecimento da democracia, dos direitos sociais e da liberdade.

Elza Maria Campos, coordenadora Nacional da UBM