quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Servidores não aceitam proposta da Prefeitura e realizam paralisação de advertência
Sob o comando do Sindicato dos Servidores Municipais de Itabuna (Sindserv) e com apoio da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB/Regional Sul da Bahia) e seus sindicatos filiados, a categoria do funcionalismo público municipal realizou nesta quarta-feira, 23/01, paralisação de advertência com manifestação em frente à sede da Prefeitura.
O protesto tem como objetivo pressionar a administração municipal a pagar os salários referentes ao mês de dezembro de 2012 e o décimo terceiro salário.
"Em assembléia ocorrida ontem a categoria não aceitou a proposta da nova administração de Itabuna em parcelar os débitos salariais e por isso estamos construindo esse justo movimento reivindicando o imediato pagamento das verbas salariais devidas ao funcionalismo", afirmou Karla Lúcia, presidenta do Sindserv.
Ainda como deliberação da assembleia com os servidores municipais o edital de greve terá lançamento ainda hoje e nova manifestação será realizada na segunda-feira, 28 de janeiro, e caso, a Prefeitura não aponte uma solução satisfatória, a categoria entra em greve por tempo indeterminado a partir da terça-feira, 29 de janeiro.
O erro de Fukuyama ou o dedo na ferida
Vinte anos foi o tempo necessário para que a História se encarregasse de reduzir a pó a profecia do "Fim da História" que, armada em tese, fez lustro nos circuitos políticos e intelectuais do pensamento dominante. Hoje até rejeitada pelo seu celebrado autor, Francis Fukuyama.
Por Luís Carapinha*
De fato longe vão os tempos, no virar dos anos 1990, quando o campo socialista entrava em derrocada e a URSS caminhava rapidamente para o seu fim, em que o capitalismo triunfante, sob as cândidas vestes da "democracia liberal", se proclamava fórmula final da História, varrendo-se também de uma só cajadada esse espírito maligno que dá pelo nome de luta de classes. Breve transcurso na História (apenas duas décadas) que, longe de confirmar o seu fim esplendoroso, assistiu antes à ejeção do seu apóstolo errante.
Questão menor, mas merecedora de atenção, é a da trajetória da sua pirueta. Cavalgando um triunfalismo tão desmedido quanto insensato, Fukuyama esteve entre os produtores de ideias do imperialismo que, aproveitando o 11 de Setembro de 2001 nos EUA, ajudaram a dar o mote à invasão do Afeganistão e do Iraque. Seguidos por toda uma corte transnacional de acólitos que, diretamente perante as câmaras ou ao computador nas mesas de trabalho, não hesitou em alçar-se em botifarras de campanha… Depois do atoleiro, Fukuyama renega o neoconservadorismo, num percurso típico do mainstream.
Bate em Rumsfeld, vira costas a Bush e torna-se, finalmente, eleitor de Obama. Como se nada fosse, a apologia crua do poder hegemônico passa a ser embrulhada no tortuoso mito de um "wilsonionismo realista", segundo o qual os EUA só recorreriam à força militar em último recurso. O cadastro intervencionista do presidente Nobel da Paz em exercício é suficiente para aferir sobre a validade daquele pressuposto. Quanto a Wilson, bastará recordar que foi na sua presidência que em 1918 os EUA enviaram tropas para a Rússia para, como preconizava Churchill, ajudar a afogar no seu próprio berço a revolução soviética bolchevique.
O dilema de fundo que preocupa Fukuyama e os interesses de classe que representa tem que ver com o desenvolvimento da crise ideológica do capitalismo e evidente estreitamento da sua base social. O desgaste a um nível crítico da legitimidade e sustentabilidade do poder das classes dominantes faz "regressar" Fukuyama à História. No artigo citado aponta o "aumento massivo da desigualdade" nos EUA ao longo da última geração e a tendência de concentração da riqueza (lembrando que se em 1974 os 1% mais ricos representavam 9% do PIB dos EUA, em 2007 já equivaliam a 23,5%).
Sendo óbvio, como reconhece, que a desigualdade continuará a se agravar nos EUA – e no mundo capitalista. Sintomaticamente, imputa à globalização – e à China – as culpas do processo de polarização da riqueza e do definhar das ditas classes médias (o que indicia muito do que se prepara na escalada de contenção do imperialismo face à China e aos desafios colocados pela sua ascensão).
O novo paradigma dominante é sinônimo da degradação já visível do próprio quadro da democracia burguesa, prenunciando tempos de maior instabilidade e incerteza. Fukuyama (e a social-democracia em busca de rumo) procuram uma nova narrativa que possa recauchutar o consenso e estabilidade do sistema em risco. Qualquer coisa que sirva para esconjurar a perspectiva revolucionária e abater o inevitável caminho da luta persistente contra a exploração capitalista, rumo ao socialismo.
*Luís Carapinha é membro do Partido Comunista Português.
Fonte: Avante! via Vermelho
Relatório diz que crise mundial afeta mais as mulheres
A crise do capitalismo afetou mais fortemente mulheres e meninas, segundo um relatório divulgado por organizações de direitos das crianças e de desenvolvimento.
Encolhimento econômico teria elevado a mortalidade infantil, abusos e a miséria das meninas e mulheres.
Segundo as ONGs, esse efeito poderia eliminar os ganhos conseguidos nos últimos anos para alcançar as Metas de Desenvolvimento do Milênio, estabelecidas pela ONU para erradicar a pobreza extrema e melhorar índices sociais até 2015.
"As melhorias ocorridas nos últimos cinco anos foram muito frágei. E é chocante, porque eu não acho que as pessoas estejam realmente notando isso", afirma Chapman..
Os problemas começam quando as meninas são ainda muito jovens. A proporção de meninas que morreram desde o início da crise global aumentou cinco vezes mais rapidamente que a proporção de mortes de meninos, enfatiza.
Chapman cita uma pesquisa do Banco Mundial em 59 países que indica que uma queda de 1% na atividade econômica eleva a mortalidade infantil em 7,4 mortes por 1.000 meninas e 1,5 mortes por 1.000 meninos.
Falta de dados
Os autores do relatório, que compila dados de várias fontes, como estudos acadêmicos ou documentos do Banco Mundial, afirmam que há uma falta de dados coletados especificamente para medir o impacto da recessão condicionado por gênero.
"Entretanto, do que está disponível parece claro que as meninas e as mulheres jovens estão sob risco específico durante períodos de incerteza econômica e estresse", afirma o relatório.
Com o aumento da pobreza em consequência da recessão, cada vez mais famílias sem recursos vêm optando por tirar da escola meninas mais velhas, segundo o documento.
A conclusão do ensino primário caiu 29% entre as meninas, enquanto o índice de para os meninos caiu 22%. Segundo o relatório, muitas meninas foram tiradas da escola para ajudar em casa, porque suas mães tinham que trabalhar mais horas para compensar salários mais baixos.
Casamentos de crianças
Em muitos casos, um aumento no número de casamentos de crianças foi observado quando a atividade econômica baixou. "Famílias atingidas pela pobreza simplesmente não conseguiam alimentar todas essas bocas, então elas tentam casá-las mais cedo", diz Chapman.
Enquanto isso, meninas e mulheres sofrem mais negligência e abusos do que sofriam antes da crise.
O relatório diz ainda que quando grávidas, elas recebem menos ajuda do que antes, deixando adolescentes entre 14 e 19 anos particularmente sob risco durante a gravidez.
Direitos sob ameaça
Segundo o documento, meninas e mulheres também têm menos acesso a serviços básicos e redes de segurança social. "Os direitos humanos fundamentais das meninas estão crescentemente sob ameaça", diz Nicola Jones, pesquisadora do Overseas Development Institute.
Segundo Chapman, muitos dos problemas se devem a "desigualdades de gênero estabelecidas. Para isso, os programas internacionais precisam ser estabelecidos para garantir que as mulheres jovens recebam alimentação adequada, sejam protegidas socialmente e frequentem a escola, e também para criar empregos para elas após o término dos estudos”.
Fonte: BBC via Vermelho
Obama não cumpre e Guantânamo continua aberta
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, iniciou oficialmente seu segundo mandato sob a crítica de várias promessas que não foram cumpridas durante sua primeira gestão, entre elas o fechamento da prisão ilegal na base de Guantânamo.
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“Há uma cláusula que diz que não poderá ser tomado financiamento deste orçamento para transladar presos de Guantânamo para outro país nem para os Estados Unidos. Portanto já temos que levar em consideração que durante 2013 a prisão vai estar ai, os presos vão ficar ai e não vai haver possibilidade de que a fechem”, assegurou , García Iturbe.
O analista militar David Urra assegurou que se Obama cumprir a promessa de fechar a prisão de Guantânamo, a direita estadunidense o considerará como uma concessão ao governo de Cuba.
Contra os Direitos Humanos
O analista político e escritor Adrian Salbuchi assegurou que “Os Estados Unidos se opõem a fechar Guantânamo, porque quer mandar para o mundo a mensagem de que é capaz de fazer tudo o que quer: inclusive violar as leis internacionais”.
Salbuchi disse que “o que estamos vendo é a vontade deste país [EUA] de manter um sistema absolutamente ilegal e genocida, vulnerando os direitos humanos”.
A prisão de Guantânamo está em território da base militar que foi instalada pelos Estados Unidos em Cuba, há mais de um século. Enquanto Washington justifica sua presença na ilha caribenha com um acordo firmado entre os dois países naquele momento, Cuba insiste que este documento foi feito sob pressão e denuncia a ilegalidade do centro.
Durante seu primeiro mandato, Obama deixou várias promessas não cumpridas, entre elas destaca-se uma Reforma Migratória que resolveria a situação dos 11 milhões de indocumentados.
Obama abriu seu mandato com uma viajem para o Egito para dizer que ele era diferente, mas a invasão para a Líbia e os ataques com drones, que provocam centenas de efeitos colaterais no Afeganistão e Paquistão, mostram o contrário.
Com Telesur via Vermelho
Desemprego entre jovens faz aumentar risco de geração perdida
No mundo, são 73,8 milhões de jovens sem trabalho; na foto, jovens desempregados na Itália
O aumento do número de jovens desempregados no mundo tem elevado os riscos do surgimento de uma “geração perdida”, com milhares de recém-formados fora do mercado de trabalho e descrentes sobre seu futuro, apontou um relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT).
De acordo com a mais recente edição do estudo Tendências Mundiais de Emprego, a proporção de jovens desempregados no mundo aumentou para 12,6% em 2012, e deve crescer ainda mais pelos próximos anos, podendo chegar a 12,9% em 2017.
A pesquisa estima que 73,8 milhões de pessoas entre 15 e 24 anos no mundo estão sem trabalho, de um total geral de 197 milhões, e que a frágil recuperação da atividade econômica pode elevar em 500 mil o número de desempregados nessa faixa etária já em 2014.
O relatório revela que, nos últimos anos, em parte devido à crise financeira, muitos jovens recém-formados não conseguem encontrar emprego, permanecendo fora do mercado de trabalho formal durante muito tempo, o que pode não só prejudicar as suas perspectivas de carreira, como, a longo prazo, também o próprio crescimento da economia mundial. Segundo o estudo da OIT, tal situação extrema nunca foi observada em crises financeiras anteriores.
A título de exemplo, atualmente, 35% de todos os jovens desempregados nas economias avançadas estão desempregados por seis meses ou mais tempo, ante a 28,5% em 2007, destaca a pesquisa. Como resultado, um número cada vez maior de pessoas entre 15 e 24 anos “tem perdido as esperanças em encontrar um emprego e desistido do mercado de trabalho”.
Entre os países europeus, o problema é ainda maior, com 12,7% de todos os jovens do continente sem emprego e sem estar estudando ou fazendo cursos de treinamento, uma taxa dois pontos percentuais maior do que no período pré-crise. “Esses longos períodos de desemprego e desânimo no início da carreira de uma pessoa podem prejudicar as suas perspectivas de longo prazo, uma vez que suas habilidades profissionais e sociais, além da experiência prática, não são construídas”, diz o relatório.
O estudo sinaliza que, desde 2007, quando a crise financeira mundial ainda não havia eclodido, o número de pessoas entre 15 e 24 anos sem trabalho aumentou em 3,4 milhões. A OIT acrescenta que tal aumento no contingente de jovens desempregados também foi acompanhado pela saída de milhares deles do mercado de trabalho formal. Na prática, segundo o órgão, no ano passado, foram contratados 22,9 milhões de pessoas a menos nesta faixa etária do que em igual período de 2007.
Mundo
A OIT também analisou um panorama das tendências de emprego globalmente. As perspectivas da entidade, entretanto, não são positivas. O relatório indica que o desemprego em 2012 voltou a subir depois de dois anos de queda e poderá aumentar ainda mais neste ano.
Segundo a pesquisa, aproximadamente 25% do aumento do número de pessoas sem trabalho veio dos países ricos, enquanto o restante foi dividido em economias em desenvolvimento, no leste e no sul da Ásia e na África subsaariana. “Um panorama econômico incerto, e a falta de uma política adequada para solucioná-lo, enfraqueceu a demanda agregada, freando o investimento e o emprego”, afirmou por meio de um comunicado o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.
- Isso prolongou a queda do mercado de trabalho em muitos países, reduzindo a criação de empregos e aumentando a duração do desemprego em alguns países que previamente haviam reduzido o desemprego e os mercados de trabalho dinâmicos – acrescentou Ryder. Por outro lado, o relatório também destaca que o contingente de trabalhadores com rendimento de classe média vem aumentando, especialmente em locais como a América Latina, o que pode servir de estímulo para a retomada da economia global.
Mas apesar de elogiar o desempenho da região, o estudo assinala que a produtividade do trabalhador, ainda que tenha aumentado, deve cair nos próximos anos, constituindo uma das maiores barreiras para uma melhora na qualidade de vida e nas condições de trabalho.
Respostas coordenadas
Ryder sugeriu que os países busquem “respostas coordenadas” à crise como estratégia para ampliar o número de empregos e reduzir o índice de pessoas fora do mercado de trabalho.
- A natureza global da crise mostra que os países sozinhos não podem resolver seu impacto apenas com medidas domésticas – disse. “A incerteza, que afasta investimentos e a criação de empregos, não cessará se os países apresentarem soluções conflitantes.”
Fonte: Correio do Brasil via Vermelho
Desemprego volta a crescer no mundo em 2012
Depois de dois anos consecutivos em queda, o desemprego no mundo aumentou em 2012. No ano passado, cerca de 197,3 milhões de pessoas estavam sem trabalho, quase 5 milhões a mais do que em 2011, segundo o relatório Tendências Mundiais de Emprego 2013, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado nesta terça-feira (22).
A expectativa da OIT para este ano é a de que o desemprego cresça ainda mais, chegando a atingir 202 milhões de pessoas até o final de 2013, 204,9 milhões até 2014 e 210 milhões até 2018.
O pico de desemprego na década passada foi em 2009, com mais de 198 milhões de desempregados. Em 2010 e 2011, houve recuperação e o número de desempregados baixou para 194,6 milhões em 2010 e 192,8 milhões em 2011.
“A incerteza em torno das perspectivas econômicas e as políticas inadequadas que foram implementadas para lidar com isso debilitaram a demanda agregada, freando os investimentos e as contratações. Isso prolongou a crise do mercado de trabalho em vários países, reduzindo a criação de empregos e aumentando a duração do desemprego” explicou, em nota, o diretor-geral da OIT, Guy Ryder.
As taxas mais altas foram registradas no Norte da África (10,3%), Oriente Médio (10%) e o grupo das chamadas “economias desenvolvidas” (8,6%) - que inclui os Estados Unidos, o Reino Unido, o Japão, a Espanha e Portugal.
Em contrapartida, as três regiões os índices mais baixos estão na Ásia: no Sul da Ásia (3,8%), na Ásia Oriental (4,4%) e no Sudeste Asiático (4,5%). A região da América Latina e do Caribe, grupo em que está o Brasil, ficou com taxa de 6,6%.
De acordo com a professora de Administração da Universidade de Brasília (UnB) e especialista em mercado de trabalho, Débora Barém, os países saíram da situação imediata de crise, mas ainda não retomaram suas atividades aos patamares anteriores a 2009. Segundo ela, há áreas com expansão na demanda de trabalhadores, mas são setores que tinham carência de profissionais qualificados anteriormente à crise – como é o caso da Ásia, que, no momento, está reorganizando sua estrutura produtiva.
Com informações da Agência Brasil via Vermelho
Mostra Ausências Brasil retrata família de desaparecidos
Os irmãos Omar Darío Amestoy e Alfredo Amestoy, em foto de 1975
Reabre nesta terça-feira (22) a mostra Ausências Brasil, em exposição no Arquivo Público do Estado de São Paulo, que reúne fotografias de famílias brasileiras que sofreram com a perda de um parente durante a ditadura militar.
A exposição traz fotos das famílias feitas durante o regime, ao lado de uma recriação atual da cena, feita pelo fotógrafo argentino Gustavo Germano. No novo clique, Germano tenta reconstruir o momento da primeira imagem, mas agora sem o parente morto ou desaparecido.
"Essas famílias sabem que há um sentimento permanente de presença nas ausências de seus familiares", explica Germano. "O objetivo é falar do tempo em que elas viveram com essas ausências e do tempo que as vítimas não puderam viver."
O projeto começou com o retrato das famílias de vítimas da ditadura na Argentina (1976-1984), mas logo se expandiu aos países do cone sul, palco da operação Condor - uma ação conjunta das ditaduras dos países da América Latina para prender seus opositores.
Um dos seus irmãos, Eduardo, foi um dos 30 mil mortos durante o regime. "No fundo, o que qualquer familiar de um desaparecido gostaria é de tê-lo visto envelhecer", diz o fotógrafo.
Entre os casos brasileiros, Germano retrata a família de Fernando Santa Cruz Oliveira, líder estudantil durante a ditadura e membro da APML (Ação Popular Marxista-Leninista). Nascido em Recife, Santa Cruz desapareceu em 1974, depois de ter sido preso pelo DOI-CODI no Rio.
Fernando Santa Cruz (esq.), com os irmãos Ana Lucia, Ana Carolina, Marcelo e Ana Maria (embaixo). Líder estudantil e integrante da Ação Popular Marxista-Leninista, Fernando desapareceu em 1974, depois de ter sido preso pelo DOI-Codi no Rio
Os irmãos hoje, sem Fernando: Ana Lucia, Ana Carolina, Marcelo e Ana Maria (embaixo)
Além de Santa Cruz, também foram retratadas as famílias dos brasileiros Ana Rosa Kucinski Silva, Alex de Paula Xavier Pereira, João Carlos Haas Sobrinho, entre outros.
Promovida pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e organizada pela Ong Alice (Agência Livre para Informação, Cidadania e Educação), a exposição permanece no Arquivo Público do Estado de São Paulo até abril.
Fonte: Folha de S.Paulo via Vermelho
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