sexta-feira, 30 de novembro de 2012
CTB Bahia promove Seminário Política e Atualidade
Margarida Barreto é uma das palestrantes do Seminário Política e Atualidade, que a CTB Bahia promove entre os dias 05 e 07 de dezembro. Entre os temas abordados estão a nova ordem econômica, as relações de trabalho e segurança, desenvolvimento nacional e política industrial, entre outros pontos. As inscrições podem ser feitas pelo endereço eletrônico: ctb_bahia@yahoo.com.br ou pelos telefones: (71) 3012-5390 e (71) 3012-5380
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Palestina tenta reconhecimento histórico da ONU nesta quinta
O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, apresentará na noite desta quinta (29) o pedido de reconhecimento da Palestina como Estado observador das Nações Unidas, em sessão da Assembleia Geral da entidade. A data coincide com os 65 anos da primeira resolução da ONU sobre a partilha da região em dois Estados. Uma vitória diplomática das ANP teria um simbolismo importante para a luta dos palestinos.
O presidente da ANP, Mahmoud Abbas, nesta quarta (28), com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon / Foto: Efe
Leia também:
Porto Alegre recebe grande público do Fórum Palestina Livre
Juma: sem o fim da ocupação, palestinos podem ter 3ª intifada
Cláudio de Souza: Papéis do Fórum Social Palestina Livre
Apesar disso, o governo palestino não deixou de expressar “a esperança” de que o Conselho de Segurança aprove sua admissão como membro pleno da entidade nacional. O texto, que ainda pode sofrer modificações, reitera também a necessidade de acelerar o processo de paz e defende a solução de dois Estados para o conflito.
De acordo com a BBC, a iniciativa da ANP deve ser aprovada, já que necessita apenas da maioria simples dos votos entre os 193 Estados-membros. Se isso de fato acontecer, as autoridades palestinas terão o direito de pedir ao Tribunal Penal Internacional para investigar acusações de crimes de guerra contra Israel durante as últimas décadas, além de também integrar pactos e organismos internacionais.
Na quarta-feira, Hanan Ashrawi, uma das porta-vozes da Autoridade Palestina, disse que a tentativa de conseguir o reconhecimento da ONU para um Estado palestino é o último esforço para resgatar o problemático processo de paz do Oriente Médio, rejeitando as acusações de Israel de que a medida representa uma forma de passar por cima das negociações.
Ela também pediu que os EUA retirem sua objeção à iniciativa, caracterizando a posição de Washington como "patética" e prejudicial aos interesses norte-americanos na região. Abbas afirmou que o reconhecimento da ONU não tem o objetivo de substituir o diálogo com Israel, mas de aprimorar a posição palestina e assegurar que as fronteiras anteriores ao conflito de 1967 sejam a base para as negociações para a formação de um futuro Estado palestino – ideia que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, rejeita.
Abbas disse que não voltará à mesa de negociações enquanto Israel continuar expandindo assentamentos na terra conquistada durante o conflito. Atualmente, 500 mil israelenses vivem na Cisjordânia e Jerusalém Oriental, borrando as divisas de 67. Além de uma suspensão parcial de dez meses que terminou em setembro de 2010 e fracassou em possibilitar negociações de paz sustentáveis, Netanyahu recusou-se a congelar a construção dos assentamentos.
Nesta manhã, manifestações ao redor do mundo apoiando o pedido palestino anteciparam a reunião. Na Cidade de Gaza, manifestantes foram às ruas com cartazes de Abbas. Refugiados no Líbano fizeram um ato em frente à sede da ONU em Beirute.
Palestinos saem às ruas da cidade de Nablus com cartazes em apoio a Abbas e apoiando iniciativa na ONU / Foto: Efe
Apoio
Muitos governos já declararam o seu apoio à proposta de Abbas, que foi fortalecida com a operação militar israelense na Faixa de Gaza. Vários países europeus (entre eles França, Espanha, Suíça, Irlanda, Dinamarca, Áustria e Noruega) devem votar a favor da resolução, em parte, por conta da preocupação de que se a iniciativa fracassar, Abbas e seu grupo político, o Fatah, sairão enfraquecidos em relação ao grupo islâmico Hamas, que não conta com a simpatia de parte da comunidade internacional por não reconhecer o Estado de Israel.
Potências regionais, como Brasil, Egito, China, África do Sul, Índia e Arábia Saudita, também anunciaram posição favorável ao pedido palestino. A proposta também deverá contar com apoio da totalidade de países árabes e islâmicos, além da Rússia e de maioria significativa na África e América Latina.
“Estamos encantados de ver uma clara maioria que presta apoio ao caminho da justiça”, indicou em comunicado o dirigente palestino, Mohammed Shtayyeh. De acordo com as estimativas, o texto conta com o apoio de 140 dos 193 países-membros da Assembleia Geral.
Garantias
O Reino Unido, que havia indicado que se absteria da votação, sugeriu nesta quarta-feira (28) que poderia mudar o seu posicionamento desde que a ANP realizasse modificações no texto proposto. A Alemanha manterá sua posição de abstenção.
Londres quer garantias de que Abbas não vai entrar com pedidos no Tribunal Penal Internacional de Haia e outras instituições contra Israel e pediu o compromisso das autoridades palestinas de negociarem com Israel sem condições prévias. Para voltar aos diálogos, os palestinos exigem o fim da expansão de assentamentos israelenses no território que deveria formar seu futuro Estado.
A iniciativa encontra forte oposição dos Estados Unidos e de Israel, apesar de ambos reconhecerem que um eventual fracasso da ANP pode deixar o caminho livre para o Hamas. Os EUA, aliados históricos dos israelenses, afirmaram que o pedido significará um "passo atrás" para os palestinos. "Creio que é um erro, essa votação não aproximará os palestinos de um Estado próprio", afirma Victoria Nuland, porta-voz do Departamento de Estado norte-americano. O Congresso dos EUA poderá votar sanções econômicas e políticas contra as entidades palestinas.
O premiê israelense Benjamin Netanyahu afirmou nesta quinta (29) que não haverá um Estado palestino "sem o reconhecimento de Israel como um Estado judeu". "A votação na ONU não mudará nada. Ela não vai antecipar a criação de um Estado palestino, pelo contrário, ela anfraquecerá [essa demanda]", afirmou.
Dos 193 membros da entidade, 132 reconhecem o Estado palestino, e os dois países já indicaram estar resignados com a derrota. O Canadá e alguns países insulares aliados dos Estados Unidos, como Ilhas Marshall, Nauru e Micronésia, também deverão votar contra a oposição.
O que pensam os palestinos
Pesquisas indicam que os palestinos estão desiludidos com as perspectivas de conseguir um Estado por meio de negociações. Duas décadas de diálogo fracassaram em produzir resultados, manchadas por intransigência e repetidas crises de violência.
Entre as organizações palestinas, existem muitas divergências quanto à votação que será apresentada nesta quinta (29). Enquanto todos apontam a importância de uma vitória simbólica da luta palestina, muitos apresentam críticas à estratégia da ANP e dizem que nada vai mudar com a possível modificação do status.
O Opera Mundi, que participa da cobertura do FSMPL (Fórum Social Mundial Palestina Livre), em Porto Alegre, conversou com representantes de diferentes delegações palestinas e encontrou um amplo espectro de opiniões e análises.
Fatah, Hamas e as ponderações
Demonstrando muito otimismo, Arafat Khalaf, prefeito de Betunia (município próximo a Ramallah), elogiou a iniciativa de Abbas e explicou que este é o primeiro passo da luta palestina por sua libertação. O político, que possui filiação ao Fatah, discordou das críticas que sugerem “que os palestinos deveriam tomar outras ações antes dessa” (como a retomada das negociações) e reiterou seu apoio ao presidente da ANP. “Abbas tem o poder para nos representar”, afirmou.
Já Yasser Amouri, professor de direito internacional na Universidade de Birzeit, em Jerusalém, explica que é favorável à proposta “porque nos dá a possibilidade de assinar e participar de pactos, tratados e organizações internacionais”.
Amouri também lembrou que, “com esse novo status, a Palestina poderá processar Israel por crimes de guerra no Tribunal Penal Internacional”. Porém, ressalta que as autoridades palestinas já podem se utilizar de mecanismos jurídicos do sistema internacional para combater as violações de direitos humanos creditadas ao vizinho. Amouri se refere à possibilidade de governos amigos, que integram a ONU e outros organismos internacionais, processarem autoridades israelenses em seu próprio território.
Outros ativistas foram pessimistas em relação ao pedido da ANP na ONU, por considerarem que não resolverá os problemas do povo palestino. “A Palestina como Estado não membro da ONU vai excluir, em suas negociações, os refugiados de 1948 e vai transformar em problema de fronteiras uma questão cujo tema central é a colonização por parte de Israel”, afirmou Wassim Ghantous, ativista palestino que integra delegação da juventude no FSMPL. “É preciso reconhecer isso: estamos presenciando um Estado com políticas segregacionistas”.
Na segunda-feira, o Hamas disse que apoiava a tentativa de Abbas de ganhar mais poder para os palestinos na ONU, no mais recente sinal de uma reaproximação entre os rivais políticos. O anúncio do Hamas foi inesperado. O grupo não reconhece o direito de existência de Israel e rejeitou as tentativas anteriores de Abbas de promover a causa palestina no palco diplomático.
Com agências via Vermelho
Fórum Social Mundial conclama movimentos pelo Estado da Palestina
Fórum Social Mundial conclama movimentos pelo Estado da Palestina
“A nossa luta somente terminará quando o Estado da Palestina se tornar uma realidade.” Com essa frase o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Al Zeben, sintetizou a realização do Fórum Social Mundial Palestina Livre, que se iniciou nesta quarta-feira (28), em Porto Alegre.
Por Emanuel Mattos, jornalista da CTB/RS.
Socorro Gomes, presidenta do Conselho Mundial da Paz e do Cebrapaz
O ato de maior destaque ocorrerá nesta quinta-feira (29) com a marcha que percorrerá as principais ruas do centro da capital gaúcha, a partir das 17h, na qual são esperadas dez mil pessoas. Exatamente no dia em que a Palestina deverá ser aprovada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como Estado-observador (como é o caso do Vaticano). O presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, está em Nova York, onde acompanhará essa votação histórica, fato esse que o impediu de comparecer ao FSMPL.
“Vamos seguir trabalhando para que a Palestina seja um Estado, para que Israel também seja um Estado, ambos respeitando o direito internacional. Hoje, o Estado de Israel não reconhece o Estado da Palestina e é por isso que nós estamos aqui. Esse Fórum, que se realiza em Porto Alegre, capital da convivência com a diversidade, está sendo realizado contra qualquer discriminação”, disse o embaixador palestino durante concorrida entrevista coletiva, realizada na Usina do Gasômetro, local cedido pela Prefeitura.
“Queremos discutir de forma civilizada a situação do povo palestino, de maneira solidária, para não dar nenhum pretexto para aqueles que não querem uma Palestina livre. Pedimos à comunidade israelense de Porto Alegre, do Rio Grande do Sul e do Brasil que nos apoiem para que juntos tenhamos uma Palestina livre. Um país livre não pode ser ocupado, não pode sofrer repressões. Queremos uma Palestina com todos vivendo em paz, harmonia e tendo em vista um futuro digno para todos. A última agressão à Gaza não é uma forma civilizada de convivência entre países vizinhos. Não queremos ser bombardeados”, afirmou Ibrahim Al Zeben.
Ao conclamar todos os participantes para que contribuam com criatividade, pensamento e ação pelo sucesso do Fórum, o embaixador da Palestina finalizou: “Esperamos não ter que realizar outros Fóruns, pois queremos um Estado da Palestina livre muito em breve. Esperamos que Israel admita que nós tenhamos direito de existir e que essa agressividade chegue ao fim para que os dois Estados possam viver em paz e harmonia. A todos, a nossa gratidão e reconhecimento pela solidariedade do povo brasileiro, ao governo do estado, às centrais sindicais, partidos políticos e a todas as entidades participantes do Comitê que representam segmentos da sociedade civil brasileira. Quem sabe surja nesse Fórum realizado no Brasil, a solução definitiva para que Palestina e Israel possam finalmente conviver de maneira pacífica”.
Prestigiaram a coletiva do Comitê pelo Estado da Palestina, além do embaixador Ibrahim Al Zeben, em um ato coletivo de solidariedade à causa palestina, o presidente da Federação Palestina do Brasil, Elayyan Aladdin; o vice-presidente da Câmara de Comércio Árabe-Brasileira, Marcelo Sallum; a presidenta do Conselho Mundial da Paz e do Cebrapaz, Socorro Gomes; a dirigente da Federação Democrática Internacional de Mulheres e também no evento representando a UBM, Liège Rocha; o secretário de Relações Internacionais da CUT, João Felício; o presidente nacional da Unegro, Edson França; o presidente da CUT/RS, Claudir Nespolo; o presidente da CTB/RS, Guiomar Vidor; o presidente da UGT/RS, Paulo Barck; o dirigente nacional da Força Sindical, Antonio Marcicano; o dirigente do Partido Pátria Livre, Nataniel Bahia; e a diretora da Federação Nacional dos Médicos, Maria Rita, entre outras.
Fonte: Vermelho
IBGE: Expectativa de vida do brasileiro chega a 74 anos e 29 dias
Números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (29) mostram que, em 2011, a esperança de vida ao nascer no Brasil era de 74 anos e 29 dias - um aumento de 3 meses e 22 dias em relação a 2010, quando a expectativa de vida do brasileiro era de 73 anos e 277 dias.
Ao longo dos últimos 11 anos, houve um crescimento anual médio de 3 meses e 29 dias.
Conforme os dados do IBGE, divulgados na Tábua de Mortalidade da população do Brasil para 2011, o aumento, na última década, foi maior para os homens do que para as mulheres. Enquanto os homens tiveram aumento na esperança de vida de 3,8 anos, a das mulheres ficou em 3,4 anos no período.
Conforme a tábua, o acréscimo na esperança da vida dos homens é de 5 meses e 23 dias a mais do que para a população feminina.
Mesmo assim a expectativa de vida das mulheres é superior a dos homens. Em 2011, um recém-nascido homem tinha como expectativa de vida 70,6 anos. A esperança de vida de uma mulher, naquele ano, era de 77,7 anos, diz o IBGE.
A Tábua da Mortalidade incorpora os dados populacionais do Censo Demográfico 2010, estimativas da mortalidade infantil com base no mesmo levantamento censitário e informações sobre notificações e registros oficiais de óbitos por sexo e idade. A partir das informações do Censo, foram feitas também revisões na série histórica.
Taxa de mortalidade infantil
Em 2011, a taxa de mortalidade infantil (de crianças com até um ano) ficou em 16,1 mortes para cada mil nascidos vivos - queda de 76,7% desde 1980. Já a taxa de mortalidade na infância (até 5 anos), foi de 18,7 por mil nascimentos - redução de 49% em relação a 2000, cujo valor foi de 36,6 por mil.
Desta vez, o Censo de 2010 conseguiu cruzar informações sobre a ocorrência de óbitos com variáveis associadas às características dos domicílios. Uma das análises possíveis foi sobre esgotamento sanitário.
Nos domicílios com rede geral de esgoto, a taxa de mortalidade infantil foi de 14,6 óbitos para cada mil nascidos vivos e a taxa de mortalidade na infância, de 16,8 óbitos para cada mil nascidos vivos - ambas abaixo das médias nacionais, diz o IBGE.
Já nos domicílios com esgotamento por vala, essas taxas subiram para 21 por mil nascimentos (mortalidade infantil) e 24,8 por mil nascimentos (mortalidade na infância).
A taxa de mortalidade na infância para o Brasil em 2010, revisada com dados do Censo, foi estimada em 19,4, alcançando, conforme o IBGE, a meta estipulada para o quarto Objetivo de Desenvolvimento do Milênio (ODM), da ONU, para 2015 (19,9 por mil).
Tábuas Completas de Mortalidade para o Brasil
As Tábuas Completas de Mortalidade para o Brasil são divulgadas todo o ano pelo IBGE até 1º de dezembro e são usadas pelo Ministério da Previdência para calcular aposentadorias.
Os dados também permitem calcular a vida média para cada idade.
Em 2010, diz o IBGE, um homem de 40 anos teria, em média, mais 35,1 anos de vida, e uma mulher da mesma idade, mais 40,1 anos.
Já em 2011, um homem de 40 anos teria mais 35,3 anos, enquanto a mulher da mesma idade teria mais 40,2 anos. Aos 60 anos, um homem teria, em 2010, mais 19,3 anos, e a mulher, mais 22,6 anos; em 2011, a esperança média de vida do homem de 60 anos seria de mais 19,5 anos e a da mulher, mais 22,8 anos.
Fonte: G1 via Vermelho
Banco do Brasil de Ibirapitanga é assaltado
Direto do Bahia Notícias: www.bahianoticias.com.br
Bandidos incendeiam veículo na fuga |Foto: Ubaitaba Urgente
Doze homens fortemente armados assaltaram na manhã desta quinta-feira (29) a agência do Banco do Brasil de Ibirapitanga, no sul baiano. De acordo com testemunhas, os bandidos eram violentos e já entraram no banco atirando. Na fuga, um veiculo Ford Ranger chegou a ser incendiado. Segundo informações do site Ubaitaba Urgente, os criminosos levaram o gerente, dois seguranças e um cliente da agência como reféns. Dois já foram libertados pelo bando. O gerente e um vigilante ainda não foran encontrados. A agência do banco público já havia sido assaltada em junho do ano passado. Não há informações se a quadrilha conseguiu roubar dinheiro. Até o momento não há registro de feridos ou vítimas.

Um dos vigilantes da agência já foi libertado pelo bando
Um dos vigilantes da agência já foi libertado pelo bando
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Saiu no Pimenta: caçadores de tatu são presos
A polícia de Ilhéus prendeu nesta terça-feira, 27, dois homens que caçavam na zona rural do município. Eles estavam com dois tatus mortos, além de quatro espingardas, que foram apreendidos. Os caçadores disseram que os animais não eram para comércio, mas sim para alimentar suas próprias famílias.
Segundo o site Radar, os suspeitos foram levados para o Complexo Policial, para onde também seguiram os tatus abatidos. Como são a prova do crime, os animais ficaram em uma geladeira da delegacia.
A caça de animais silvestres implica em pena de detenção de seis meses a um ano, além de multa. A punição é mais severa se o crime é cometido contra espécie ameaçada de extinção ou se a caça é considerada profissional.
Fonte: Pimenta - http://www.pimenta.blog.br/
Segundo o site Radar, os suspeitos foram levados para o Complexo Policial, para onde também seguiram os tatus abatidos. Como são a prova do crime, os animais ficaram em uma geladeira da delegacia.
A caça de animais silvestres implica em pena de detenção de seis meses a um ano, além de multa. A punição é mais severa se o crime é cometido contra espécie ameaçada de extinção ou se a caça é considerada profissional.
Fonte: Pimenta - http://www.pimenta.blog.br/
Assinar:
Postagens (Atom)


